Fim do contrato com os “Auxiliares de Fiscalização” e o afastamento de servidores que fazem parte do grupo de risco do COVID-19 colocou a Superintendência de Fiscalização da Prefeitura de Contagem em situação delicada.

Em resposta a questionamentos sobre o aumento de vendedores ambulantes e condutas irregulares na cidade, a superintendência admitiu que tem enfrentado problemas graves, mas disse estar “na medida do possível tentando atender a esta demanda de fiscalização que se apresenta em crescimento”.

A Superintendência informou ainda que a nova licitação para contratar auxiliares de fiscalização está em fase final e os serviços devem ser retomados em breve, “com a excelência costumeira”, informaram.

Em Contagem, de acordo com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, são realizadas ações diárias pelas ruas da cidade. Em 2020 foram realizadas 16.250 ações em toda a cidade; 4.550 apenas no Eldorado.

As áreas de fiscalização constante são o centro comercial do Eldorado, a Sede, a Avenida Tiradentes, o metrô do Eldorado e o Shopping Itaú, além das feiras do Eldorado e do Bairro Amazonas.

Segundo o órgão, já era esperado um acréscimo no número de pessoas desempregadas e um aumento de ocupação das ruas com a finalidade de comércio não licenciado de produtos. Contudo, a estrutura do órgão não acompanhou a previsão e acabou diminuindo ao invés de aumentar.

CRESCIMENTO NOTÓRIO NO ELDORADO

No início de novembro, a reportagem do Coluna1 percorreu a avenida João César de Oliveira e identificou uma invasão de calçadas por camelôs e vendedores ambulantes, dificultando inclusive o trânsito normal de pessoas.

A calçada da avenida do lado do camelódromo é o principal ponto de concentração e é possível encontrar de tudo, de sombrinhas a redes e plantas ornamentais. A quantidade de camelôs chama ainda mais atenção quando comparamos com o aumento de lojas fechadas ao longo da avenida.

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