Cidade

Contagem realiza ações contra nova onda de contaminações e já pensa em fase de vacinação

Uma nova norma de prevenção contra Covid-19 está valendo na cidade, que inibiu aglomerações, limitou o horário de funcionamento do comércio e restringiu estabelecimentos como casas de shows e buffet. Inclusive alguns serviços públicos tiveram funcionamento alterado, como Câmara dos Vereadores, que realizou reunião online.

Porém, mais do que as normas de prevenção, preocupa no momento a estrutura da cidade para lidar com o novo aumento de pacientes contaminados e a estrutura do município para fazer parte do esforço de vacinação da população.

Segundo o Vereador Rubens Campos, informações apresentadas pela secretaria municipal de saúde, indicam que a ocupação dos leitos Covid-19 em Contagem alcançou 100% na semana passada. A prefeitura ainda não confirmou essa informação e também não atualizou os dados para esta semana. De acordo com os boletins divulgados pela prefeitura, foram 218 novos casos entre os dias 11 e 13 de dezembro.

Há relatos de pacientes que não conseguem atendimento nas UBS e mesmo na UPA JK. “Está faltando médico. Dessa forma fica fácil: proíbe o comércio, mas esconde o fato de que não tem médico para atender nas unidades de saúde”, salientou o vereador Daniel Carvalho.

Segundo os vereadores, são muitos os cidadãos que estão buscando atendimento em Belo Horizonte em virtude da falta de estrutura em Contagem. Além de pessoas que têm ficado horas aguardando atendimento na rede de saúde da cidade.

Nesta linha existe a preocupação em relação ao cancelamento do contrato com o Hospital Santa Helena, que tem feito esse atendimento aos pacientes Covid-19 em Contagem. “Nós temos que pensar nestes dois aspectos, aumentar o atendimento e a disponibilidade de leitos e já nos prepararmos para a vacinação”.

Segundo o Vereador Vinicius Faria, a prefeitura de Contagem investiu em uma câmera fria que agora seria útil, inclusive para manter as vacinas que requerem temperaturas muito baixas para conservação. Contudo, segundo o vereador, existe dúvidas de qual a destinação que foi dada a esta estrutura, pois ela estava em imóvel de empresa terceirizada que não tem mais contrato com a administração municipal. O vereador levantou essa e outras informações que precisam ser esclarecidas pela prefeitura para que seja feito um planejamento adequado da estrutura de vacinação na cidade.

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