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Aulas não serão presenciais em Contagem. Educação continua na pauta principal da política municipal

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Esta semana na Câmara dos Vereadores começou com a visita da Secretária Municipal de Educação, Telma Fernanda Ribeiro. Na terça-feira foi a vez do SindUte ocupar a tribuna do legislativo. Mesmo local que tinha sido ocupado pelo Sindicato dos dirigentes de escolas particulares na semana passada.

Em pauta nos três encontros a mesma coisa: o modelo de volta às aulas que será adotado no município. As escolas particulares querem a volta imediatamente e dizem que as escolas têm condições para receber os alunos. O sindicato dos professores defende a volta às aulas presenciais apenas depois de uma vacinação dos profissionais e alunos. A prefeitura tenta garantir soluções menos traumáticas para todos.

Na reunião com vereadores, foi destacado pela secretária Telma e reafirmado pelos subsecretários Anderson Cunha (Ensino) e Antônio David (Gestão e Operações), também presentes na reunião, o retorno presencial não é possível neste momento devido à grave situação da pandemia, conforme indicadores sanitários do município.

“Não é hora de falar em volta presencial, é uma questão sanitária. Quem define a volta é a saúde e os indicadores sanitários. É preciso construir essa volta e é isso que estamos fazendo, preparando as condições para quando o retorno for possível”, destacou Telma Fernanda.

Em entrevista ao Coluna1, a Secretária já havia indicado que o retorno das aulas presenciais será realizado apenas com “segurança” para toda a comunidade escolar. Ela ainda ressaltou que, neste momento, o único garantidor da segurança é a vacina. Mas ela também disse que, havendo melhoras nos indicadores da pandemia e controle da doença, é possível em pensar protocolos para a volta.

CONFIRA A ENTREVISTA COMPLETA DA SECRETÁRIA TELMA FERNANDA RIBEIRO AO COLUNA1

PSS, VOLTA ÀS AULAS E CENÁRIOS DA EDUCAÇÃO EM CONTAGEM

PSS 01/21

Os vereadores também foram informados a respeito do andamento do Processo Seletivo Simplificado (PSS) 01/2021, que passa por auditoria pela Ouvidoria Municipal.

Embora o processo esteja suspenso até que todos os recursos sejam apurados, a expectativa é que ele seja retomado normalmente, conforme apontou o subsecretário Antônio David. “Houve algumas dificuldades e adequações durante o processo, que teve um número muito alto de candidatos (mais de 12 mil para 300 vagas). Mas a Ouvidoria está trabalhando e, caso tenha ocorrido algum erro de direito ao candidato, ele será reparado”, disse.

Estiveram presentes no encontro, ainda, o presidente da Câmara, Alex Chiodi e os membros da Comissão de Educação da Casa, Pastor Itamar (presidente), Abne Motta (vice-presidente), Carlin Moura (relator) e Ronaldo Babão (relator suplente).

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