Nesta semana, Minas Gerais inclui no grupo de prioridades idosos entre 65 e 69 anos. Seguindo este ritmo, na próxima semana, todas as pessoas com mais de 60 anos devem estar em condições de serem vacinadas e a vacinação prioritária dos idosos deve ser concluída.

Esse fato deu início a um debate para definir quem serão os próximos grupos prioritários. Em reunião do Comitê Gestor Nacional do Enfrentamento à Pandemia, o governador Romeu Zema defendeu a vacinação prioritária de professores e policiais.

Esses dois grupos aparecem entre os favoritos para se tornarem prioritários. Os policiais estão entre as categorias profissionais que não podem reduzir suas atividades públicas por causa da pandemia; são atividade essencial e ainda não foram incluídos entre os vacinados. Já a vacinação dos professores é considerada urgente para que as atividades escolares, suspensas há mais de uma ano na maior parte do país, possam ser retomadas.

A defesa de que professores e policiais fossem prioritários também foi feita pelo governador paulista João Doria, que ainda defendeu vacinação de policiais federais e rodoviários. Mas ainda não está definido se esse será o caminho definido.

Em Brasília, um projeto de lei da deputada Mara Rocha (PSDB-BA) pede prioridade para os profissionais da limpeza urbana, garis e lixeiros, e para os cuidadores de idosos.

Nas cidades também não há definição. Existem pressões para inclusão dos trabalhadores dos setores de funerárias, de funcionários da área de saúde que não atuam na linha de frente do combate ao Covid, como dentistas, fisioterapeutas e psicólogos, trabalhadores do transporte público, entre outros.

Nas próximas semanas, este deverá ser um dos assuntos em pauta. E você? Conte para nós sua opinião. Deixe seu comentário. Como você acha que a fila de vacinação deveria ser organizada após o grupo prioritário de idosos?