Casos de Covid-19 chegam ao menor patamar desde o início do ano e indicam avanços no controle da pandemia

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Depois de alcançar um pico de 5992 casos em março desse ano, Contagem agora registra o menor índice do ano, com 334 casos até o dia 20. Os dados preliminares são da Secretaria Municipal de Saúde.

A prefeita da cidade, Marília Campos, comemorou a melhora nos números, mas lembrou que a pandemia ainda não acabou e o número de vítimas ainda é alto. “É uma redução espetacular. Isso não significa que a pandemia acabou ou que possamos relaxar nos cuidados. Esses resultados só foram possíveis graças ao avanço da vacinação, a utilização de máscara, a higienização das mãos e o respeito aos demais protocolos sanitários para conter o avanço da pandemia. Devemos perseverar neste caminho”, disse.

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Imagem divulgada nas redes oficiais de Marília Campos

Vacinação chega a 60% em Contagem

Contagem está com 60% da população acima de 12 anos vacinada contra a Covid-19, segundo estimativa populacional do IBGE-2021. O município chegou a esse índice na última sexta-feira (22/10), com 319.328 doses 2 e 20.161 doses únicas aplicadas. Para a população geral do município, o índice é de 50% das pessoas com esquema vacinal completo.

Com a primeira dose, são 90% da população acima de 18 anos vacinada. Já são mais de 830 mil doses das vacinas contra a Covid-19 aplicadas no município. O avanço da vacinação tem garantido um alívio no sistema de saúde em relação ao número de internações pela doença, pois o município não precisou aumentar o número de leitos desde que houve a redução dos mesmos. Dessa forma, a Secretaria Municipal de Saúde recomenda a todos, que ainda não tomaram a primeira dose, a procurar um posto para se imunizar, bem como aqueles que estão atrasados com a segunda dose a completarem a imunização.   

Segundo o secretário municipal de Saúde, Fabrício Simões, já está comprovado o benefício da vacinação contra a Covid-19 e o resultado tem sido expressivo no enfrentamento à pandemia. “Alcançar esses marcos importantes na vacinação é muito satisfatório, mas precisamos nos esforçar para que todos completem o esquema vacinal, com a segunda dose, para avançarmos na próxima etapa que será a maioria da população com a dose de reforço se assim for definido pelo Ministério da Saúde”, afirmou.

Confira os públicos que estão sendo vacinados em Contagem:

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– pessoas a partir de 12 anos que ainda não tomaram a primeira dose;

– pessoas que precisam tomar a segunda dose de acordo com a data agendada no cartão de vacinação, exceto para a vacina da Pfizer que foi adiantada para oito semanas.

– idosos a partir de 70 anos, pessoas imunossuprimidas e trabalhadores da saúde com a terceira dose.

Confira os requisitos gerais para a vacinação dos adultos: 

– Apresentar documento com foto e CPF;

– Apresentar comprovante de endereço;

– Não ter tido Covid-19 com início de sintomas nos últimos 30 dias;

Requisitos para a vacinação dos adolescentes:   

– Levar documento com foto e CPF;

– cartão de vacina da criança/adolescente;

– comprovante de endereço no nome do responsável;

– estar acompanhado do responsável.

Requisitos para a vacinação da terceira dose dos profissionais de saúde: 

– Apresentar documento de identificação com foto e CPF;

– apresentar o cartão de vacinação da Covid;

 – apresentar comprovante de vínculo empregatício em Contagem;

– ter tomado a segunda dose da vacina contra a Covid-19 há, no mínimo, 6 meses.

Requisitos para a vacinação da terceira dose dos idosos:   

– Apresentar documento de identificação com foto e CPF;

– apresentar o cartão de vacinação da Covid;

– apresentar comprovante de endereço;

– ter tomado a segunda dose da vacina contra a Covid-19 há, no mínimo, 6 meses.

Requisitos para a vacinação das pessoas com alto grau de imunossupressão acima de 18 anos:   

– Apresentar documento de identificação com foto e CPF;

– apresentar o cartão de vacinação da Covid;

– apresentar um relatório médico atualizado para vacinação ou utilizar o relatório médico apresentado na 2ª dose.

– apresentar comprovante de endereço;

– ter tomado a segunda dose da vacina contra a Covid-19 há, no mínimo, 28 dias.

São considerados para a vacinação pessoas com imunodeficiência primária grave, que fazem quimioterapia para câncer, transplantados em uso de drogas imunossupressoras, pessoas vivendo com HIV/Aids, em uso de corticóide em doses >20mg de prednisona ou equivalente por 14 dias ou mais, em uso de drogas modificadoras de resposta imune, pacientes em hemodiálise, pacientes com doenças imunomediadas inflamatórias crônicas (reumatológicas auto inflamatórias, doenças intestinais inflamatórias).

com informações PMC/VanessTrotta

Prefeitura muda postura e diz que fechar UPA da Sede é ideia embrionária. Outra proposta é transformar UPA em UBS e encerrar atendimento de urgência e emergência

A prefeitura realizou uma reunião com trabalhadores da UPA da Sede na semana passada e comunicou a todos os funcionários que a unidade seria transformada em centro de atendimento psicossocial e integrar a rede de apoio à saúde mental em Contagem. Pessoas que participaram da reunião chegaram a relatar que foi informado aos trabalhadores que eles teriam que escolher entre continuar ou deixar a unidade após a mudança de atendimento e que essa mudança era dada como certa.

A notícia correu a cidade e foi mau recebida pela população da Sede. Depois da reação, a prefeitura mudou as notícias que tinham sido divulgadas a respeito do assunto e informou que a ideia de transformar a UPA Sede em um Centro de Atenção Psicossocial – Caps, dentro da estrutura da Rede de Atenção Psicossocial, é apenas uma proposta “embrionária” e que outras propostas também estão colocadas para o debate.

A mudança de posição foi confirmada na noite desta segunda-feira. A prefeita Marília Campos chamou uma reunião com os membros do Conselho Municipal de Saúde,  a diretora do Distrito Sanitário Sede, Aparecida Santana, o administrador regional, Lindomar Diamantino, o vice-prefeito, Ricardo Faria, o secretário de saúde, Fabrício Simões, e o secretário de governo, Pedro Amaral e divulgou a mudança de proposta.

De acordo com a administração municipal, a reunião faz parte de um primeiro debate “para formatar uma proposta que aproveite a estrutura do prédio e a localização da unidade para melhorar a assistência à saúde pública na cidade”. 

Ainda de acordo com o governo municipal, uma nova reunião ampliada, desta vez com a participação da comunidade será realizada na próxima quarta-feira, 27/10, às 18h30, no hall principal da Prefeitura de Contagem.

Na reunião surgiu uma nova proposta, transformar a UPA em UBS – Unidade Básica de Saúde. A ideia agora é transferir a UBS Cad para o atual local da UPA Sede, com reforma e readaptação do local para receber o equipamento que já funciona na avenida Prefeito Gil Diniz, 401, bairro Arcadia.

Caso a UBS Cad passe a funcionar na estrutura da UPA, ela receberia uma carteira maior de serviços, inclusive com horário estendido de maneira permanente, com o objetivo de fortalecer o atendimento na Atenção Básica no município.

Essa mudança foi bem avaliada pelos conselheiros municipais presentes e também pelos representantes da Administração local, como o administrador da Regional Sede, Lindomar Diamantino, e a diretora do Distrito Sanitário Sede, Aparecida Santana.

“Ainda é uma proposta. Temos sugestões de um Caps, de uma UBS. Eu acredito que ter uma UBS com um horário estendido será um ganho para a população. Lá comporta a estrutura e vem ao encontro de nossa demanda. Vem também ao encontro da proposta da Prefeitura de fortalecer a Atenção Primária”, disse Diamantino.

Atualmente, a UBS Cad tem registradas 19 mil famílias em seu cadastro, funcionando com três Equipes de Estratégia Saúde da Família – ESF, e com duas Equipes de Atenção Básica – EAB, reunindo aproximadamente 30 servidores. A unidade atende aos bairros Três Barras, Funcionários, Sede, parte dos bairros Alvorada, Central e Camilo Alves.

“A UBS Cad tem um grande número de atendimento assistencial, tanto por parte da enfermagem, quanto por parte da assistência médica, e se essa mudança vier com o reforço da unidade e a ampliação de horário, a população da região Sede de Contagem só tem a ganhar”, avaliou Aparecida.

Diferença entre UPA e UBS

De acordo com o Ministério da Saúde, a UPA é unidade destinada ao atendimento de urgência e emergência. Local adequado para o primeiro atendimento em casos de cortes, fraturas, febre e pressão alta, infarto e derrames. A UPA é ligada diretamente ao SAMU e deveria evitar encaminhamento ao Pronto-Socorro.

As UBS, por sua vez, realizam o atendimento básico de saúde, como consultas de pré-natal, acompanhamento de hipertensos, diabéticos e pessoas acometidas por doenças como hanseníase e tuberculose, além da distribuição de medicamentos gratuitos e vacinação. A UBS é a porta de entrada do SUS e, de acordo com o ministério, deve suprir 80% da demanda por atendimentos dos usuários do sistema.

Justificativa para fechar a UPA da Sede

A Secretaria Municipal de Saúde – SMS detalhou dados técnicos que mostram que a UPA Sede registra fluxo de usuários abaixo do que é estabelecido como meta pelo Ministério da Saúde.

Segundo dados da SMS, o equipamento tem um custo médio mensal estimado para os cofres municipais de R$ 775. 435,19. No entanto, o município só recebe em contrapartida R$ 125 mil, sendo R$100 mil provenientes do Ministério da Saúde, e R$ 25 mil do governo estadual, cabendo a Prefeitura arcar sozinha com R$ 650.435,19. 

Mesmo diante do alto custeio, a unidade é a que registra a menor média de atendimento entre todas as UPAs da cidade sendo, a primeira a UPA JK, a segunda, Vargem das Flores, a terceira, UPA Ressaca, e a quarta, UPA Petrolândia. Os dados são do Sistema de Informação Ambulatorial – SIA/SUS, e se referem aos anos de 2017 a 2020.

A prefeitura não apresentou avaliação das razões para a pouca procura na unidade.

Mesmo com a decisão de fechar a UPA da Sede em razão de pouca procura, a prefeitura divulgou que pretende abrir outras duas UPAs na cidade, uma na regional Nacional e outra na regional Industrial.

Aprovado o projeto que permite a prefeitura criar uma entidade sem fins lucrativos para substituir o IGH na saúde municipal

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Em novembro deste ano, termina o contrato do Instituto de Gestão e Humanização (IGH), organização social que realizava a administração do Complexo Hospitalar Municipal e das cinco Unidades de Pronto Atendimento (UPA) da cidade, até a intervenção da Prefeitura de Contagem, em junho, para avaliar possíveis irregularidades e garantir a continuidade dos serviços.

Considerando a iminência de mudança na gestão desses equipamentos de saúde, e com objetivo de repetir experiências bem sucedidas de outras localidades, com a manutenção do controle governamental e social, a Câmara de Contagem aprovou, nesta terça-feira (05/10), o Projeto de Lei 21/2021, que autoriza o Executivo a instituir Serviço Social Autônomo (SSA) na saúde.

Trata-se de uma entidade paraestatal, sem fins lucrativos, de interesse coletivo e utilidade pública, com a finalidade de auxiliar o município, em regime de cooperação, a manter e prestar serviços de assistência à saúde, observadas as diretrizes e políticas do Sistema Único de Saúde (SUS).

“A Constituição de 1988, no art. 240, autoriza a instituição de entidades privadas para execução de serviço social. No âmbito da saúde, colhem-se experiências exitosas em outras municipalidades, como o Instituto Hospital de Base, no Distrito Federal, a rede Sarah de Hospitais de Reabilitação e o Hospital Metropolitano Doutor Célio de Castro, em que são mantidos os controles governamentais e da própria sociedade, agrega-se flexibilidade gerencial, celeridade e efetividade na prestação de imprescindíveis serviços de saúde”, explica a prefeita Marília Campos, na justificativa ao projeto.

Organização

O PL trata da organização do SSA – com o Conselho de Administração garantindo a representatividade da sociedade civil organizada; a Diretoria Executiva sendo eleita por esse grupo; e o Conselho Fiscal nomeado pela prefeita. Prevê, ainda, a elaboração de um estatuto e regimento interno da entidade, além de permitir a celebração de contratos e convênios. O Serviço deve prestar contas e será fiscalizado pela Secretaria Municipal de Saúde.

Os recursos para a execução dos serviços de saúde serão oriundos dos repasses previstos no contrato de gestão a ser assinado com o Município, entre outras transferências e repasses públicos ou privados, receitas de seus patrimônios e serviços, doações etc. O Executivo também está autorizado a remanejar e suplementar o orçamento. Além disso, o SSA poderá captar recursos para desenvolver atividade de ensino, pesquisa, extensão e avaliação de tecnologias, mediante convênios e contratos com outras instituições.

Em relação às contratações de pessoal e regime de trabalho, serão nos termos da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas), com autonomia administrativa para a Diretoria Executiva e realização de processo seletivo. Além disso, o SSA poderá ter servidores cedidos pela Prefeitura; e, ainda, para ajudar na transição de gestão, aqueles até então contratados pela IGH no sistema de saúde, e também contratações temporárias para reposição do quadro transitório.

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Debate e emendas

O PL 21/2021 chegou à Câmara carregado de expectativas, diante dos problemas enfrentados na gestão realizada nos últimos anos pela IGH. Já na discussão em primeiro turno, na última semana, o vereador Carlin Moura (PDT) destacou a importância da legislação e a necessidade de alterações.

“O propósito deste projeto é criar um novo instrumento jurídico que vai substituir a organização social IGH na gestão da saúde pública. Ele é inspirado em experiências positivas com Serviço Social Autônomo em outros lugares, como Belo Horizonte. Em uma primeira leitura, parece positivo, e votarei favoravelmente, mas apresento emendas para aprimorá-lo”, explicou.

Aprovado por unanimidade na ocasião, ele voltou ao plenário nesta terça-feira (05/10), para votação em segundo turno, junto com os pareceres e as três emendas de Carlin Moura, que defendeu as modificações.

“A proposta da Prefeitura é aproveitar o pessoal que está trabalhando para a IGH, para não gerar descontinuidade, o que é correto. Mas não acho certo que seja permanente, por isso, uma emenda propõe um prazo para a transição, de 90 dias, podendo ser prorrogado por mais 90, para que seja realizado o processo seletivo. A segunda é para garantir que, aqueles que fazem o processo seletivo, mesmo não sendo servidores efetivos, tenham direito a um processo administrativo e não sejam demitidos sem justa causa”, explicou.

A líder de governo, vereadora Moara Saboia (PT), expressou discordância em relação às duas primeiras emendas, que, segundo ela, “descaracterizariam o projeto e os avanços que representa”, e orientou a base de governo a votar contrariamente. E ambas foram derrubadas por 16 votos a quatro – a favor, apenas Carlin Moura, Abne Motta (DC), Hugo Vilaça e José Carlos (Avante).

A terceira emenda, por outro lado, foi bem aceita pela liderança de governo. Ela autoriza o SSA a prestar também serviços de saúde animal, “para o caso de criarmos um hospital ou clínica veterinária pública”. Com isso, ela foi aprovada com 19 votos a favor, e abstenção apenas de Zé Antônio (PT).

Por fim, o projeto de lei foi aprovado em segundo turno por unanimidade, com acréscimo dessa última emenda de Carlin Moura. E segue para a Prefeitura, passando a valer a partir de sua publicação no Diário Oficial do Município. No entanto, há necessidade ainda de regulamentação e de normas complementares expedidas pelo Executivo e Secretaria de Saúde.

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Fonte: CMC/LeandroPerché – Foto: PMC/RonaldoLeandro

Anvisa aprova remédio para tratamento da Covid leve e moderada. Medicamento ainda está em teste, mas pode ser utilizado

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou autorização emergencial em caráter experimental de um medicamento para tratamento de pacientes com covid-19, o Sotrovimabe.

O remédio foi autorizado para uso em pacientes com quadros leve e moderado e com risco de evolução para uma situação grave. Ele é contraindicado para pacientes hospitalizados, que precisem de suporte ventilatório.

O medicamento não será disponibilizado para comercialização direta ao público, mas terá uso ambulatorial, devendo ser prescrito por um médico para que seja ministrado. O prazo de validade do produto é de 12 meses, armazenado em temperaturas de 2º a 8º.

A autorização foi definida por unanimidade pelo colegiado. A diretora relatora do caso, Meiruze Freitas, destacou que as áreas técnicas avaliaram os dados enviados pela empresa responsável e consideraram eles satisfatórios.

“Com relação aos aspectos clínicos, os resultados de eficácia demonstraram que o tratamento com uma dose de 500g resultou em uma redução clínica com significância estatística na proporção dos voluntários com covid-19 leve e moderada que participaram do estudo”, concluiu Freitas.

Mas ela ressaltou que é importante realizar o monitoramento da aplicação do remédio para mapear casos adversos. Atenção especial foi destacada pela área técnica para o uso em gestantes, para as quais deve ser avaliada com cuidado a relação custo-benefício.

A diretora também lembrou que a agência reguladora europeia para medicamentos já emitiu parecer apoiando uso do Sotrovimabe como opção de tratamento para pacientes adultos e adolescentes acometidos com covid-19.

Segundo o gerente-geral de medicamentos e produtos biológicos, Gustavo Mendes, o tratamento tem que ser iniciado logo após o teste positivo e, preferencialmente, até cinco dias do início dos sintomas. A aplicação é de dose única, de 500 mg.

Os estudos clínicos realizados, seguiu Mendes, com voluntários nos Estados Unidos, Canadá e em outros países, inclusive Brasil, tiveram resultados com “relevância importante” da redução da carga viral.

A gerente-geral de fiscalização e inspeção sanitária, Ana Carolina Marinho, relatou que foi avaliado o processo de produção, realizado em duas fábricas, uma na China e outra na Itália. “Informações sugerem cumprimento aceitável para justificar a autorização em uso emergencial no cenário pandêmico em que nos encontramos”, avaliou a gerente-geral.

com informações da Agência Brasil
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Recusa a doação passa de 30% para 50% na pandemia, mas Contagem traz histórias inspiradoras de vida e amor

Foram várias as consequências negativas das pandemia de Covid-19. Uma delas, pelo menos em Minas Gerais, foi a maior dificuldade de encontrar doadores de órgãos. Para que alguém doe seus órgãos, é necessário que os familiares autorizem. Mas as famílias estão resistindo mais em realizar esse ato de amor.

De acordo com o diretor do MG Transplantes, Omar Lopes Cançado, a taxa de recusa, atualmente, está próxima dos 50%. “É um número muito alto. Trabalhávamos anteriormente com um percentual de 30% de negativas em relação à doação. Por isso, é essencial avisar sobre o desejo de ser doador, pois a família tende a seguir a vontade manifestada pelo ente”, explica.

O momento da doação de órgãos é delicado; é triste. Os familiares precisam tomar a decisão ao mesmo tempo em que vivem a dor pela morte de um ente querido. Não é fácil. Mas é necessário.

Doar órgãos pode trazer vida em um momento em que o peso da morte inunda de tristeza a vida das pessoas. Doar órgãos é vida. É necessário e, por isso, é importante falarmos disso antes.

A psicóloga do MG Transplantes Eliane Gonçalves Silva ressalta que há um trabalho baseado no acolhimento familiar para a redução das recusas. “É uma situação bastante delicada. Temos a preocupação de dialogar com muita sensibilidade, respeito, empatia e, principalmente, disposição para esclarecer todas as dúvidas. Além disso, estamos sempre promovendo treinamentos para profissionais da área da saúde que irão lidar com os pacientes e seus familiares, desde a entrada no hospital”, afirma. 

Eliane acredita que os protocolos sanitários necessários neste momento de pandemia contribuem para o aumento das recusas. “Todo o processo acaba levando mais tempo porque temos que seguir o manejo estabelecido pelas autoridades de saúde. Isso também prolonga a angústia da família, que, muitas vezes, acaba desistindo”, pondera. 

Dez vidas transformadas pela doação em Contagem

Mas se a realidade da doação de órgãos desanima, Contagem conta histórias de alegria que nos inspiram a agir.

Nas duas últimas semanas o Hospital Municipal de Contagem foi cenário de histórias de amor e doação. Se para cinco famílias o momento foi de muita perda e dor, para outras dez o gesto significou uma nova chance de vida. A família de um paciente doou o fígado, outras cinco doaram córneas.

O Hospital Municipal de Contagem é uma das instituições responsáveis pela captação de órgãos em Minas Gerais. Segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos – ABTO existe, no Brasil, cerca de 400 equipes médicas cadastradas para realizar transplantes de órgãos e tecidos, como rim, rim/pâncreas, fígado, coração, pulmão, medula óssea e córnea, entre outros.

 Renata Graziela Soares, médica da Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes – CIHDOTT do Hospital Municipal, não economiza elogios para a equipe da instituição envolvida com todas as etapas do processo de captação. “São cerca de 100 pessoas. Médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais e fisioterapeutas, entre outros profissionais igualmente importante para o sucesso do procedimento”, destaca.

Tipos de doador e fila de espera da doação de órgãos

Há três tipos de doadores, o doador em Morte Encefálica, o doador vivo e o doador de coração parado. É importante comunicar à família o desejo de ser doador, não é necessário deixar nada por escrito. Podem ser doados os seguintes órgãos e tecidos: córneas, coração, pulmões, rins, fígado, pâncreas, intestinos, pele e tecidos musculoesqueléticos. O doador vivo é qualquer pessoa saudável que concorde com a doação, sem comprometimento de sua saúde e aptidões vitais. Por lei, podem ser cônjuges e parentes até o quarto grau.

Os doadores vivos podem doar um dos rins, a medula óssea, uma parte do fígado e uma parte do pulmão. O potencial doador vivo também deve ser encaminhado a um Centro Transplantador, para que se verifique as possibilidades do transplante. A retirada de tecidos e órgãos de doador falecido para transplantes depende da autorização do cônjuge ou parentes até o segundo grau, que são consultados após o diagnóstico de morte encefálica (parada total e irreversível do cérebro, atestado por diversos exames).

Quando o paciente está em quadro de morte encefálica, podem ser retirados todos os órgãos passíveis de doação. Com o coração parado é possível doar apenas as córneas, que podem ser retiradas num prazo de até seis horas. Para entrar na lista de receptores de órgãos e transplante é preciso ser encaminhado por um médico para um dos Centros Transplantadores. O paciente é submetido a vários exames, que variam conforme o caso clínico, para que seja comprovada a necessidade do transplante.

Para a realização do transplante, há uma lista única do Estado de Minas Gerais, sob a responsabilidade do MG Transplantes, em que são observados vários critérios: urgência, compatibilidade de grupo sanguíneo, compatibilidade anatômica (tamanho do órgão e do paciente), compatibilidade genética, idade do paciente, tempo de espera, dentre outros critérios.

com informações PMC e Agência Minas

Fila de cirurgias eletivas volta a andar em Contagem. Procedimentos estavam suspensos desde março de 2020

Contagem está retomando as cirurgias eletivas que foram suspensas em março de 2020 devido à pandemia da Covid-19. No mês de julho, com o novo cenário epidemiológico e o avanço da vacinação contra a Covid-19, a Secretaria de Saúde iniciou o planejamento para o retorno gradual dos procedimentos.

A partir do dia 15 de agosto, as ações para otimizar os atendimentos foram iniciadas e a previsão nos próximos meses é realizar 130 cirurgias por semana conforme a plena capacidade do Hospital Municipal de Contagem.

A ampliação das cirurgias eletivas de média complexidade também está em estudo pela SMS com o valor do investimento estimado de cerca de R$ 9,5 milhões.

Nesta primeira etapa da retomada gradual, a fila para as cirurgias ortopédicas, em que a demanda é maior, foi reduzida em 50%. Os cerca de 200 pacientes do HMC que também já aguardavam pela realização de algum procedimento cirúrgico eletivo estão sendo reconvocados para reavaliação médica e retomada dos procedimentos que antecedem a cirurgia.

A próxima etapa será expandir para os pacientes já regulados com classificação de prioridade zero. O Centro de Autorização em Procedimentos de Saúde de Contagem – Ceaps e o Complexo Hospitalar de Contagem farão contato com todos os pacientes que se enquadram nesse perfil.

Segundo o secretário de Saúde, Fabrício Simões, a meta é concluir o estudo para realização de um mutirão de cirurgias eletivas e assim reduzir a fila de espera que hoje está com 10.490 usuários. “Como a realização de procedimentos em caráter eletivo foi suspensa por causa da pandemia, as filas ampliaram consideravelmente. Situação que se repete em todo o país. Após a autorização da retomada gradual pelo governo do Estado, o nosso grupo de trabalho vem se reunindo rotineiramente para organizar essa retomada e planejar o mutirão. Estamos empenhados para mudar esse cenário no SUS Contagem”, disse.

Outra boa notícia é que o bloco cirúrgico do Centro Materno Infantil foi estruturado para a realização de cirurgias ginecológicas desafogando a demanda no bloco do HMC.

Conforme explica a superintendente do Complexo Hospitalar, Karina Taranto, a organização e o planejamento foram fundamentais para a retomada das cirurgias eletivas devido à grande demanda. “O HMC também realiza cirurgias de emergências, o que compete com as cirurgias eletivas comprometendo a ampliação da capacidade do bloco cirúrgico. Estamos otimizando todos os processos para que possamos operar com a capacidade máxima”, afirmou.

fonte: Secom/Vanessa Trotta – imagem: PMC/Fábio Silva

Vereadores colocam obstáculos para liberar mais R$35 milhões para a intervenção no IGH

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A prefeitura solicitou autorização à Câmara dos Vereadores para aplicar mais R$35 milhões de reais na intervenção do IGH. Esse valor será somado a outros R$15 milhões solicitados anteriormente; desta forma, a prefeitura irá investir aproximadamente R$50 milhões na quitação de dívidas do IGH para manutenção dos serviços de saúde em Contagem.

O projeto foi aprovado em primeiro turno. Mas para isso foi necessária a costura de um acordo que incluiu o compromisso de que o projeto só será colocado em votação para aprovação definitiva depois que o interventor, Eduardo Penna, compareça até à Câmara para prestar esclarecimentos aos vereadores.

Antes desse acordo, o vereador Carlin Moura chegou a pedir vistas para impedir o trâmite do projeto. Ele levantou dúvidas e indicou que estava faltando clareza da prefeitura na destinação que seria dada a esses recursos. Segundo Carlin, ele não é contra o projeto, mas os valores são vultuosos e em curto período, por isso a necessidade de mais esclarecimentos da prefeitura e dos interventores. “São R$50 milhões em três meses”, disse.

O vereador também questionou a situação ambígua que está sendo criada na relação entre a prefeitura e o IGH e os riscos dessa situação.

A líder do governo, Moara Saboia, e o presidente da Comissão de Saúde da Câmara, vereador Vinicius Faria, argumentaram favoravelmente ao projeto, informando que só após a intervenção é que a administração municipal pode constatar o caos criado pelo IGH e a necessidade urgente de ações da prefeitura para evitar prejuízos ainda maiores para a população.

A vereadora disse que o recurso não está sendo investido no IGH. Segundo ela, esses recursos são para manter a saúde funcionando em Contagem.

Segundo Mora, aprovar o projeto é um interesse da cidade e não do IGH.

Ainda durante a sessão, a líder do governo fez contato com Eduardo Penna, interventor no IGH, e agendou reunião para que a equipe de intervenção preste esclarecimentos ao poder legislativo. A reunião será realizada nesta sexta-feira.

Prefeitura deve destinar mais R$34 milhões para garantir funcionamento da saúde. Recursos devem quitar dívidas do IGH

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A prefeitura solicitou à Câmara dos Vereadores que autorize o uso de mais R$34 milhões para subsidiar o IGH e garantir o funcionamento dos serviços de saúde em Contagem, no âmbito da intervenção que está sendo realizada no instituto.

No mês passado, em julho, a prefeitura já tinha recebido autorização para investir R$15 milhões. A nova solicitação acontece após os responsáveis pela intervenção concluírem apurações e constatar a necessidade de um aporte ainda maior.

De acordo com a mensagem encaminhada pela prefeitura ao legislativo, os recursos devem “subvencionar recursos imprescindíveis à garantia da continuidade da prestação de serviços de assistência à saúde e do regular funcionamento dos equipamentos de saúde sob responsabilidade contratual da organização social (IGH)”.

Segundo a administração municipal, esse recurso será utilizado para custeio, aquisição de insumos, pagamento de pessoal e de prestadores de serviços.

A prefeitura diz ainda que a liberação dos recursos se justifica “pelo elevado interesse social” e, entre linhas, avisa aos vereadores que sem o recurso a saúde pode parar e que isso sairia muito mais caro para a população da cidade.

O projeto com o pedido de mais recursos será avaliado pelos vereadores na terça-feira, dia 24, durante a reunião plenária.

Entenda a intervenção no IGH e a crise na saúde da cidade

Desde o dia 9 de junho, a gestão da rede hospitalar de urgência e emergência, incluindo a maternidade municipal está sob o comando de uma equipe designada pelo executivo, coordenada pelo ex-secretário de Saúde, Eduardo Penna.  

Entre os motivos que levaram a Prefeitura de Contagem a tomar a decisão estão a falta de insumos, dívida com fornecedores, atraso no pagamento dos servidores, irregularidades diversas e prestações de conta questionáveis.  

O município também contou com o acompanhamento do legislativo, além das apurações feitas pelas controladorias Geral do Município (CGM) e da União (CGU).  

Na época, a prefeita Marília Campos justificou a medida como sendo necessária para evitar um possível colapso na Rede Municipal de Saúde. “Infelizmente não tivemos uma relação transparente com o IGH, que foi responsável por gerir parte da saúde do município nos últimos dois anos e meio. Diante de tantos fatos que surgiram, como atrasos de salários, estruturas quase abandonadas, insumos em falta e sem clareza nas prestações de conta ao município, vimos que a situação estava se agravando”, justificou.

O IGH sofreu a intervenção da prefeitura após acumular dívidas milionárias com funcionários e prestadores de serviços.

Para saber mais sobre essas dívidas, CLIQUE AQUI e veja a matéria postada no Coluna1 na época da decretação da intervenção.

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Prefeitura já pode usar recursos municipais para pagar funcionários da saúde e credores do IGH

A Câmara dos vereadores avaliou e aprovou o projeto de lei 018/2021 que autoriza o Poder Executivo Municipal a subvencionar, mediante convênio, recursos ao Instituto de Gestão e Humanização (IGH) no âmbito da intervenção municipal.

A aprovação do projeto é importante para que a Administração Municipal possa concluir o pagamento atrasado de fornecedores e prestadores de serviços diretos e indiretos, o que já vinha refletindo diretamente no atendimento ao público contagense nessas unidades de saúde.

Em sua live de segunda-feira, espectadores cobraram da Prefeita Marília que fizesse o pagamento dos salários atrasados de funcionários. Em resposta a prefeita disse que aguardava que os vereadores aprovassem o projeto de lei. Na reunião plenária de terça-feira, o projeto foi aprovado. Agora os pagamento podem ser realizados.

Os vereadores liberaram R$15 milhões para que a prefeitura mantenha a saúde funcionando em Contagem.

De acordo com a Câmara dos Vereadores, os valores liberados servirão para suplementar os recursos necessários à garantia da continuidade na prestação de serviços na área da saúde, especialmente nas cinco Unidades de Pronto Atendimento (Upas), no Hospital Municipal e no Centro Materno-Infantil de Contagem, unidades antes gerenciadas pelo IGH, enquanto durar a intervenção.]

O texto do projeto de lei deixa claro, também, que este valor não se trata de nenhum tipo de aditivo ou repactuação ao contrato pactuado com o IGH, que termina em novembro deste ano. Da mesma forma, o aporte de recursos não isenta o Instituto da apuração de eventuais irregularidades na sua gestão.

INTERVENÇÃO NO IGH

Desde o começo, a forma como o Governo Alex de Freitas realizou a concessão do serviço de saúde de Contagem para o IGH sofre críticas e alvo de várias denúncias de má gestão.

Para apurar as denúncias e fiscalizar a gestão, a Câmara dos Vereadores realizou várias audiências com a participação do IGH.

Em uma das mais recentes audiências públicas, realizada pela Câmara no dia 30 de março, os vereadores pressionaram e constataram as dívidas milionárias do IGH com funcionários e fornecedores.

Naquela ocasião, os debates seguiam no sentido de indicar uma intervenção da Prefeitura no IGH e o cancelamento do contrato em virtude das inúmeras falhas percebidas. Porém, o Ministério Público interviu para que esta intervenção não ocorresse.

A promotora de justiça que acompanha os casos da saúde em Contagem, Giovanna Caronne Nucci Ferreira, participou da Audiência Pública, reforçou que o é feita a fiscalização do contrato e mostrou preocupação com as repercussões que a audiência pública poderia ter na população, causando pânico e descrença dos usuários em relação aos equipamentos de saúde do município. “E é importante dizer que estamos numa crise sanitária muito grave, em colapso”, alertou.  

Mesmo com todas as falhas evidentes na gestão realizada pelo IGH, a promotora questionou o momento em que a audiência estava sendo realizado e chegou a afirmar que “o meu tempo, o tempo do secretário de saúde, o tempo do IGH, é precioso”, em referência ao momento de crise sanitária.

Por fim a promotora afirmou que, se houvesse a intenção de suspender o contrato, “quem não vai permitir sou eu. Eu entro com ação se for o caso. A gente tem que tentar equalizar isso”, disse a promotora para os vereadores. Desta forma, o debate em relação à intervenção foi postergado.

Contudo, ao contrário do previsto na audiência, a gestão do IGH continuou a se deteriorar. Os salários continuaram atrasados e os credores continuaram sem receber, colocando em risco a gestão da saúde no município em um momento tão delicado, de pandemia grave.

Por isso, em 9 de junho, a Prefeitura decidiu pela intervenção no IGH e assumiu a responsabilidade de colocar em dia os pagamentos e reorganizar a gestão da saúde no município.

Com isso, a gestão das unidades será de uma equipe designada pelo Executivo, liderada pelo ex-secretário de Saúde, Eduardo Penna, por um período de até seis meses. 

Pessoas com 47 anos passam a ser vacinadas a partir de amanhã, dia 29/06, terça-feira

Uma boa notícia para os moradores de Contagem. O “Arraiá pela Vida” continua com a ampliação da vacinação contra a Covid-19. Nesta segunda-feira (28/6) serão atendidas as pessoas a partir de 48 e na terça-feira (29/6) as pessoas a partir de 47 anos. A medida foi possível após o recebimento de novas doses nesta sexta-feira (25/6).  

O grupo prioritário da população em situação de rua também será vacinado. O início será na segunda-feira (28/6), com a vacina da Janssen que requer somente uma dose. A vacinação será feita pelas equipes do Consultório na Rua (da Secretaria Municipal de Saúde) em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social. Está prevista a imunização de 700 pessoas em situação de rua.  

As pessoas a partir de 49 anos que ainda não foram vacinadas e as pessoas que fazem parte dos grupos prioritários também podem procurar os postos credenciados. 

Arraiá pela Vida 

O Arraiá pela Vida é uma iniciativa da Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), que envolve a inauguração dos dois pontos de vacinação nos shoppings Contagem e Big.  Neles, as pessoas que fazem parte do público-alvo das campanhas poderão se vacinar contra a Covid-19 e também contra a Influenza (Gripe).  

Os postos de vacinação nos shoppings funcionam no horário das 12h às 20h. O do Shopping Contagem é em esquema de drive thru, e o do Big Shopping, em uma loja dentro do centro de compras.  

Já as unidades de saúde credenciadas irão funcionar das 8h às 15h para a vacinação contra a Covid-19. 

Requisitos Gerais para a vacinação:  

– Apresentar documento de identificação com foto e CPF; 

– Apresentar comprovante de endereço; 

– Não ter recebido vacina contra a Covid-19; 

– Não ter recebido qualquer outra vacina nos últimos 14 dias;  

– Não ter tido Covid-19 com início de sintomas nos últimos 30 dias. 

Locais de vacinação  

SHOPPING CONTAGEM – DRIVE THRU 

Horário da vacinação: 12h às 20h   

Av. Severino Ballesteros, 850 – Cabral, Contagem – MG 

Estacionamento G1 

Horário da vacinação: 12h às 20h 

 BIG SHOPPING – LOJA 284 

Horário da vacinação: 12h às 20h   

Av. João César de Oliveira, 1275 – Eldorado – Contagem 

Horário da vacinação: 12h às 20h 

REGIONAL ELDORADO  

Horário da vacinação: das 8h às 15h 

– CSU Eldorado – Drive Thru – (Rua Portugal, nº 30 – Eldorado)  

– UBS Jardim Eldorado (Rua Canafístula, nº 245 – Jardim Eldorado)  

– Salão Paroquial da Igreja Santa Cruz (Avenida Lisboa, n° 330 – Santa Cruz)  

– UMEI Água Branca (Avenida Seis, nº 300 – Conjunto Água Branca)  

– E M Sandra Rocha (Rua Hum, nº5 – Parque São João)  

REGIONAL INDUSTRIAL  

Horário da vacinação: das 8h às 15h 

– Umei Professora Juvecir Maria de Freitas (Avenida Alvarenga Peixoto, 768 – Amazonas)  

REGIONAL NACIONAL   

Horário da vacinação: das 8h às 15h 

– Escola Estadual Ministro Miguel Mendonça (Rua Benjamim Constant S/N – Nacional)  

– Escola Municipal Professor Wancleber Pacheco (Rua Santo Antônio, 60 – Bairro Tijuca)  

– Anexo da Igreja Católica Nossa Senhora da Conceição (Rua Henriqueta Mendonça Rigolon, 40 – Nossa Senhora da Conceição)  

REGIONAL PETROLÂNDIA  

Horário da vacinação: das 8h às 15h 

– Escola Municipal Izabel Nascimento (Rua Refinaria União, 194 – Petrolândia – Entrada pela Rua Oleoduto nº 200)  

 REGIONAL RESSACA  

Horário da vacinação: das 8h às 15h 

– UBS São Joaquim (Rua Rubi, s/n – São Joaquim)  

– UBS Jardim Laguna (Rua Bragança, 872 – Jd. Laguna)  

– UBS Arpoador (Rua Mariana, s/n – Arpoador)  

 REGIONAL RIACHO  

Horário da vacinação: das 8h às 15h 

– UBS Sesc (Rua Padre José Maria Deman, 805 – Novo Riacho)  

REGIONAL SEDE  

Horário da vacinação: das 8h às 15h 

– Umei Bernardo Monteiro – (Rua Wilson José de Souza, 30 Bernardo Monteiro)  

– Escola Municipal Eli Horta – (Rua Professora Neuza Rocha, 406 – Centro)  

– UBS Praia – (Rua do Registro, nº 1676 – Praia)  

Para a dose 2 da CoronaVac:  

 somente na Escola Municipal Eli Horta – (Rua Professora Neuza Rocha, 406 – Centro)  

REGIONAL VARGEM DAS FLORES  

Horário da vacinação: das 8h às 15h 

– Escola Municipal Vereador José Ferreira de Aguiar (Rua Picassu, 275 – Icaivera)  

– Umei Nova Contagem (Rua VL6, 789 – Nova Contagem)