Contagem assume segunda colocação na geração de empregos formais em Minas Gerais

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Contagem ficou atrás apenas de Belo Horizonte na geração de empregos com carteira assinada, no período entre os meses de julho e agosto de 2021. Os dados são do IBGE e foram apresentados nesta semana.

Ao longo de 2021, Belo Horizonte gerou 55.886 empregos, Contagem 10.946 empregos, Uberlândia 10.819 e Betim 8.000 empregos gerados.

Em Contagem, o setor de serviços segue liderando a geração de novas vagas, com 4.486, comércio 2.797, indústria 2.542 e a construção 1.114.

Apenas em setembro, Contagem acumulou 1314 novas vagas. No mês, o único setor que teve queda na quantidade de vagas foi a construção civil, que perdeu 83 vagas.

No segundo trimestre do ano, a taxa de desemprego no Brasil foi de 14,1%, ou 14,4 milhões de desempregados. Como Contagem tem 0,32% da população do Brasil, isto significa que temos, aproximadamente, em nosso município 46.000 trabalhadores desempregados.

De acordo com o economista José Prata, a situação fiscal do município favorece a geração de empregos e indica melhores condições econômicas no futuro. “Hoje temos uma situação invejável: o município tem uma dívida baixa de 30% da receita corrente líquida e uma grande capacidade de investimento, que deverá alcançar aproximadamente R$ 1 bilhão nos próximos quatro anos”, disse.

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Aprenda Latte Art, a arte de fazer desenhos, corações e flores na espuma do café

um post compartilhado com cafeleitepao.wordpress.com , um blog do Coluna1
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Já ouviu falar de Latte Art ou cofee art? Pois é! É a arte de embelezar o cafezinho transformando cada xícara em uma obra de arte digna de ser apreciada!

Foto por Taha Samet Arslan em Pexels.com

Dizem que a gente come com os olhos e que um bom prato começa pela aparência. É verdade e vale tanto para comida quanto para bebidas! Um bom drink começa pela aparência, seja nos guarda-chuvas e gelos secos esfumaçantes ou nas espumas decoradas do cafezinho.

Acha que é impossível de fazer? Bobagem! Basta ter um pouquinho de coordenação motora e praticar um pouco.

Segredos da Latte Art

Na hora de fazer um desenho no café é preciso observar alguns pontos:

  • O leite precisa estar bem vaporizado, formando um creme denso, mas ainda fluido.
    • Não custa lembrar, quanto mais frio melhor e mais fácil será vaporizar o leite (mais frio não significa leite congelado, mas um tempinho no congelador deve ajudar).
    • O ideal é utilizar algum aparelho ou instrumento, mas existem formas, digamos, mais rudimentares.
    • O leite é uma mistura de água e gordura. Por isso, se você agita-lo bastante ele irá formar uma espuma.
    • Nós faremos um tutorial de como vaporizar o leite em casa, mas se você tiver dúvidas existem alguns métodos no youtube que podem funcionar. Pesquise por exemplo, método Ana Maria Braga para vaporizar leite. Funciona, pode experimentar!
  • O café também precisa ter uma espuma mais espessa. Por isso, para fazer desenhos é recomendável utilizar o café expresso. O café coado, comum de nossas casas, não costuma fazer espuma.
    • Não é impossível fazer desenhos no café simples feito no coador. Mas para isso é preciso ter mais treino. Eu não consegui.
  • É preciso utilizar uma leiteira pequena com um bico ou saída do líquido que permita ter precisão na hora do desenho.

Fazer os desenhos no café consiste em criar uma camada de espuma de leite sobre o café e utilizar o café para desenhar.

Muitos dos desenhos fantásticos que a gente encontra são feitos na realidade com cobertura de chocolate. Para isso, no entanto, é preciso ter um bico fino para aplicar a cobertura e é necessário fazer um espuma de leite bem grossa, quase parecida com “clara em neve”.

Como fazer um coração na espuma do café

Prepare um bom café expresso. Segure a xícara com uma das mãos e tombe levemente, um ângulo de 45°.

Pegue a leiteira com seu leite bem vaporizado e vá despejando devagar, no centro da xícara, fazendo pequenos movimentos.

Você vai reparar que num primeiro momento o leite vai afundar dentro do café e vai parecer que não vai dar para fazer o desenho. É assim mesmo…

Nesse primeiro momento é preciso encher o café com o leite. O leite é mais pesado que o café. Ele irá afundar. Vá diminuindo o a quantidade de leite que você coloca dentro café. Quando você perceber que a camada de espuma de café já está quase rompendo, pare de colocar leite.

Esse é o momento mais delicado! Você deve derramar leite mais uma vez! Dessa vez deve jogar uma quantidade maior de leite, no centro da xícara, e puxar um filete fino para uma das extremidades. Pronto! O seu coração estará desenhado. Pode utilizar um palito para fazer o acabamento.

capuccinoecia.com.br

Quer um vídeo tutorial top de Latte Art feito com calda? Veja esse tutorial feito pela Michelli Rodrigues, do MrBusinessToCoffee.

Se quiser o legítimo Latte Art feito direto com a leiteira, o famoso coraçãozinho, veja esse tutorial do Barista Gabriel Guimarães, da OficinaUnique… o vídeo começa lento, mas compensa! Curte lá!

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Casais podem se separar em cartório de forma muito mais rápida. Procedimento pode determinar até pensão para partes

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Um conteúdo da Coluna do Direito, um blog do Coluna1

O divórcio em cartório é antigo, mas muitos casais ainda escolhem fazer o processo através da justiça, por desconhecer ou não confiar na validade do processo realizado em cartório. A advogada Hildeane Stéfani Ferreira diz, no entanto, que o divórcio realizado em cartório tem a mesma validade do judicial e é muito mais rápido do que um processo na justiça.

Segundo ela, “quando a divisão de bens e a documentação estão corretas, um divórcio em cartório pode acontecer em menos de uma semana. Na justiça, o mesmo processo pode demorar até dois anos para ser concluído”, diz.

E não precisa sentir insegurança, todos os acordos firmados durante o divórcio em cartório, incluindo os acordos de pensão e divisão de bens, podem ser executados na justiça e têm valor legal.

A separação em cartório é rápida e fácil, mas o casal precisa atender a alguns requisitos:

  • Tem que ser um divórcio consensual;
  • O casal tem que estar de acordo com a partilha dos bens e pensão;
  • Não pode ter filhos menores ou incapazes.

O casal pode ter bens, mas precisa estar de acordo com a divisão desses bens. Se não houver nenhum bem para dividir, ou seja, se o casal não possui casa ou veículo, por exemplo, o divórcio no cartório pode ser ainda mais rápido.

Quem vai avaliar essas condições e dizer se um bem precisa ou não ser partilhado na hora do divórcio será o advogado. Aliás, tanto o divórcio na justiça quanto o divórcio no cartório precisam ser realizados com a presença de um advogado.

Sim, é necessário um advogado para separar em cartório

Assim como na justiça, o casal pode optar por escolher um único advogado. Não é necessário um advogado para o marido e outro para a esposa. O casal pode escolher um único advogado, já que o divórcio precisa ser consensual, diz a doutora Hildeane.

Escolher um único advogado é, inclusive, uma forma de economizar. A presença de pelo menos um advogado serve para garantir a legalidade do processo e o direito das duas partes envolvidas.

Divórcio feito em cartório pode determinar pensão alimentícia para um dos cônjuges

Muitos casais tem receio de realizar o divórcio em cartório, pois tem medo que os acordos feito no cartório não tenham valor judicial. Mas não é necessário esse receio.

O divórcio em cartório pode determinar até o pagamento de pensão de uma das partes para a outra. O pagamento dessa pensão deve estar previsto no acordo de divórcio que será ratificado por um advogado.

Caso não aconteça o pagamento da pensão conforme acordado no divórcio, a parte prejudicada pode buscar o poder judiciário e exigir o pagamento. A execução do acordo e a cobrança da dívida acontecerão da mesma forma que aconteceria em um divórcio judicial.

Mas a advogada Hildeane Stéfani Ferreira salienta que os valores pagos como pensão precisam estar definidos com antecedência. Os cartórios não fazem o papel de juiz e não têm capacidade para determinar os valores de pensão que será pago ou determinar como será feita a divisão de bens.

Caso o casal não concorde com a divisão de bens ou se uma das partes acha que tem direito à pensão e a outra discorda, então, nesses casos, quando não há acordo, o casal deve procurar a justiça.

Os cartórios fazem apenas divórcios consensuais, quando o casal concorda com o divórcio. Divórcios litigiosos, ou seja, quando existem disputas entre os cônjuges e eles não concordam com os termos da separação, é necessário o intermédio do poder judiciário.

Divórcio em cartório é mais barato que divórcio na justiça?

Não necessariamente, conta a doutora Hildeane Stéfani.

Se um casal consegue, por exemplo, o benefício da justiça gratuita no trâmite do processo judicial, eles podem ficar livres das custas processuais. Em um caso como esse por exemplo, o divórcio na justiça ficará mais barato do que o divórcio em cartório. O mesmo acontece quando o casal realiza o divórcio através da Defensoria Pública.

No entanto, quando o casal escolhe realizar o divórcio em cartório, é necessário pagar todas as taxas cartoriais; não tem como fugir dessas taxas e isso pode tornar o processo mais oneroso.

Contudo, mesmo os divórcios realizados na justiça precisam ser averbados em cartório, momento em que haverá a cobrança de taxas.

Hoje, um divórcio em cartório, segundo estimativas de representantes dos cartórios no Brasil, custa em média R$425, quando não há bens a partilhar. Esse valor pode variar de região para região e pode subir bastante de acordo com o valor dos bens que o casal tem para partilhar.

Pagamento de ITCD é obrigatório tanto no divórcio judicial quanto em cartório

O ITCD é um imposto cobrado pelos governo estaduais e incide sobre a partilha de bens de um casal que está se divorciando.

O nome é Imposto sobre Transmissão, Causa Mortis e Doação. Sempre que um bem vai ser doado ou ser transmitido de um proprietário para outro, sem ser por razão de compra e venda, deve-se aplicar o ITCD.

A doutora Hildeane Stéfani Ferreira destaca que “mesmo quando não há bens ou propriedades a serem divididos pelo casal, é necessário fazer o cálculo do ITCD e obter uma certidão de quitação ou exoneração do imposto”, diz ela.

Esse imposto é obrigatório tanto na justiça quanto no cartório e geralmente equivale a 5% dos bens a serem divididos. Quem faz o cálculo desse imposto são as secretarias estaduais de fazenda, ou órgãos semelhantes em cada Estado.

No caso de um divórcio, o ITCD será aplicado apenas sobre o excedente da divisão dos bens.

Por exemplo, se um casal tem dois carros, cada um no valor de trinta mil reais, e na hora do divórcio fica decidido que cada um irá ficar com um dos veículos, não há excedente, portanto não há imposto a ser pago. Pois o marido ficou com um carro de trinta mil reais e a mulher ficou com o outro carro do mesmo valor. A divisão foi exatamente igual.

Contudo, se um casal tem dois veículos, um carro de trinta mil e uma moto de dez mil reais, e na hora do divórcio eles decidem que a mulher vai ficar com o carro e o homem com a moto, por exemplo, houve uma diferença nos valores de bens que cada um ficou, portanto, é necessário recolher ITCD.

No caso desse exemplo, o carro vale 30 mil e a moto 10 mil. Seria então o valor do carro menos o valor da moto, uma diferença de 20mil reais.

Assim, nesse exemplo, a esposa teria que pagar um ITCD equivalente a 5% de 20mil reais, que é o valor a mais que ficou com ela após o divórcio.

Se o casal não tem nenhum bem, não é necessário pagar ITCD. Mas, como salientou a doutora Hildeane, mesmo quando não há bens a serem partilhados, é necessário ter a certidão de quitação ou exoneração do ITCD.

O advogado do casal deve orientar sobre as formas de solicitar o cálculo e obter a certidão de quitação do ITCD. A forma pode variar entre os Estados. Em Minas Gerais, por exemplo, o pedido de cálculo e a emissão de certidão são feitos online através do site da secretaria de Fazenda do Estado, sem necessidade de comparecimento à uma repartição pública.

Recorde de divórcios em cartório durante a pandemia

Segundo o Colégio Notarial do Brasil — Conselho Federal (CNB/CF), o número de divórcios consensuais realizados em cartório foi 15% maior em em 2020 quando comparado ao mesmo período de 2019.

Segundo dados do CNB, a alta do número de divórcios foi constatada em 22 estados e no Distrito Federal. A entidade também divulgou balanço que aponta que quase 20% das separações no Brasil já são feitos por meio cartórios de notas.

Em caso de dúvidas, procure um advogado

Mande dúvidas sobre seus direitos

Um serviço da Coluna do Direito, um blog do Coluna1.

A doutora Hildeane Stéfani Ferreira, do escritório Ferreira, advocacia e consultoria jurídica, é colunista do Coluna1 e está à disposição para tirar qualquer dúvida. Para entrar em contato e tirar suas dúvidas, entre em contato conosco pelo formulário abaixo:

Servidor Estadual terá que abrir conta no Banco Itaú até novembro para receber os salários a partir de janeiro

 partir de janeiro de 2022 os pagamentos dos servidores públicos do Estado de Minas Gerais serão feitos por meio do banco Itaú. Com isso, é necessário que todos os funcionários providenciem a abertura de conta no banco. 

O pagamento do salário referente ao mês de dezembro, que ocorre em janeiro, já será feito por meio da nova instituição. Por isso, o Governo Estadual sugere que, para evitar qualquer problema relacionado ao crédito do salário em janeiro de 2022, todos os servidores criem a conta até novembro de 2021. 

Caso decida abrir a conta neste momento, o servidor não terá qualquer custo adicional e nem a necessidade de fazer qualquer tipo de movimentação até o recebimento do primeiro salário. Os funcionários poderão optar pela abertura de conta corrente ou conta-salário no banco Itaú. Nesse último caso, será possível solicitar a portabilidade, ou seja, a transferência do recurso para outra instituição de preferência do servidor.

As contas podem ser abertas por meios digitais, em aplicativo no celular, pelo computador, ou presencialmente, em locais disponibilizados para os servidores mineiros e nas demais agências do banco.

Mais informações sobre os procedimentos para a abertura de contas e orientações gerais podem ser obtidas no neste link. As dúvidas devem ser enviadas para o RH Responde.

Abertura de conta – banco Itaú:

  • O servidor deverá dispor dos seguintes documentos: identificação com foto (RH, CNH), e o CNPJ da fonte pagadora.
  • O processo pode ser realizado pelo aplicativo do banco Itaú, pelo site, presencialmente em espaços disponibilizados para os servidores do Estado de Minas Gerais ou em uma das agências do banco disponíveis no Estado.

fonte: Agência Minas

Buraco do Riacho. Estado e prefeitura não têm previsão para conclusão das obras que tinham aporte inicial de R$97 milhões

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A obra do governo estadual abriu um buraco enorme na avenida Rio Firmo de Matos, no bairro Riacho, e não tem previsão de término. Os trabalhos começaram em 2015 com um aporte inicial de R$ 97 milhões do governo estadual. Posteriormente, a prefeitura de Contagem investiu mais R$4 milhões para tentar reiniciar as obras. Porém, a empresa que venceu a licitação decretou falência e a obra foi paralisada.

Em maio desse ano o governo chegou a anunciar que iria liberar os recursos necessários para conclusão das obras, que fazem parte da drenagem do Córrego Ferrugem e visam evitar enchentes no Ribeirão Arrudas.

Conforme apurado pelo Coluna1, os recursos que o governo utilizará devem vir do acordo com a Vale para indenizar o Estado pela tragédia em Brumadinho. O Estado informou que está trabalhando em um novo edital. Porém, por enquanto, de acordo com nota enviada pelo governo estadual ao Coluna1, não há previsão para reinício das atividades.

Enquanto nada acontece, a população do local tem sofrido as consequências. Estabelecimentos comerciais vizinhos às obras dizem estar tendo prejuízos. O local, que antes era uma praça frequentada por famílias, com atividades esportivas e de lazer, virou um canteiro de obras abandonado, um foco de insetos e ratos.

Uma dessas pessoas é Maciel, dono de um bar em frente à obra. “Antes da obra isso aqui ficava cheio de gente, tinha um grupo que se reunia pra fazer ginástica aí. Agora tá abandonado”, lamenta o comerciante. Ele diz que ainda resiste, mas que outra pessoa já teria fechado o bar.

Ele diz que já chamou imprensa, que já reclamou na prefeitura, no governo do Estado, mas que não tem muitas esperanças de uma solução rápida. “Eu falo na brincadeira, que vai demorar uns dez anos para ficar pronto. Mas eu acho que é real. Antes de dez anos é difícil”, disse.

Problemas no trânsito

O bar de Maciel fica na Rua Rio Congo, num trecho da rua que foi reduzido e serve como desvio para o trânsito local. O problema é que a sinalização na Avenida Francisco Firmo de Matos é falha e não impede o acesso de veículos de grande porte.

Por isso é comum que grandes caminhões e carreta cheguem até a obra e tenham que retornar de marcha ré pois o espaço para fazer a curva é pequeno.

Quando nossa reportagem estava no local, foi possível presenciar um desses momentos, em que um caminhão enfrenta dificuldades e recebe ajuda de comerciantes para realizar a curva e acessar o desvio. Veja as imagens:

Enchentes na Avenida Francisco Firmo de Matos

A obra também provocou alagamentos em comércios próximos. Segundo Robson Serra, quando cercaram o terreno da obra acabaram provocando o represamento da água que desce a avenida, construída em cima de um rio. Por isso, quando a chuva tem volume muito grande, a água volta subindo a avenida e entrando nas residências próximas.

“Isso começou depois que colocaram a madeira cercando a obra. Eu mesmo tive que ir lá e quebrar a madeira que eles tinham colocado ali. Foi o jeito de abrir espaço para a água descer”, conta.

Depois que o comerciante reclamou, a empresa que era responsável pela obra trocou a madeira por uma tela de arame em um trecho sobre a avenida. Apesar da alteração, o comerciante diz que ainda há problemas.

“Um dia desses montaram uma torre ali no meio, teve deputado, prefeito, governador. Quando anunciaram que iriam terminar, achei que iria sair. Mas nada aconteceu”, lamentou Robson.

Enquanto o dinheiro da Vale não chega…

Enquanto o governo estadual não define quando vai reiniciar as obras, os moradores buscam ações paliativas que possam melhorar a situação.

Umas das questões apresentadas é a mudança na forma como a obra está cercada. Atualmente, são utilizadas pedaços de madeira, grande parte já está apodrecendo. Os moradores reclamam que isso limita a visibilidade e muitas vezes cria insegurança.

Eles também pedem que os responsáveis pelo local verifiquem a possibilidade de mudar o trajeto da cerca e permitir, por exemplo, o trajeto original da pista de caminhada da Avenida Francisco Firmo de Matos. Pequenas mudanças que, segundo moradores, poderiam diminuir os impactos da obra no cotidiano de moradores e frequentadores do local.

Misturar o pó de café na água antes de coar. Certo ou errado?

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Coluna Café com Pão, um Blog do Coluna1

Misturar o pó de café na água antes de ferver é uma das formas corretas de preparar café. Aliás é uma das formas mais tradicionais. É técnica que tem cheirinho de vovó!

É uma forma correta, mas não é comum. Por isso a dúvida de muitas pessoas.

Na verdade, de acordo com Sindicafe-MG, misturar o café na água tem relação com o tipo de filtro que você está utilizando.

Se você é daqueles que gosta do café à moda antiga, coado no filtro de pano, então misturar o pó na água é a melhor escolha.

Porém, se você é mais moderno e utiliza o filtro de papel, mais comum entre os brasileiros, então você deve colocar o pó no filtro e jogar a água por cima.

Misturar o pó na água deixa o café mais forte

Sim. O pó de café fervido junto com a água, em um método de decocção, tende a resultar em um café mais forte do que o café preparado por infusão, com a água jogada por cima do pó.

Mas é preciso lembrar que existem várias outras variáveis que vão influenciar no gosto do seu café. Algumas óbvias, como a quantidade de pó que você irá utilizar. Outras nem tanto.

Duas características importantes são o tipo de torra e moagem do café. Talvez isso, mais do que o método de coagem, vão ser mais determinantes no gosto final do seu cafezinho de cada dia.

A dica do Blog é: experimente! Faça dos dois jeitos! Utilize o filtro de pano em um dia e o filtro de café no outro. Aliás! Utilize um filtro de manhã e o outro à tarde! Afinal, café nunca é demais!

Como fazer café no coador de pano

Aqui a gente deixa a dica do Sindicafé de Minas Gerais. Vejam aí o passo a passo:

Preparação em Coador de Pano

• Utilize cafés com moagem média.
• Use uma medida padrão para a quantidade de pó. Recomenda-se 70 à 100 gramas de pó para 01 (um) litro de bebida (6 à 8 colheres de sopa cheias). A medida correta deve ser experimentada até encontrar aquela que melhor atenda o seu paladar.
• O ideal é colocar o pó de café em água quente antes de entrar em ebulição (96°C), mexer com colher de pau até fazer um creme na superfície do recipiente.
• Pode-se também colocar o pó de café no coador, umedecendo todo o pó e despejando a água em fio.
• Se desejar um café bem quente, escalde a garrafa térmica ou bule, antes de fazer o café.
• A colher de pau deve ser de uso exclusivo do café. Não utilize a mesma colher em temperos, refogados e outros alimentos.
• Quando novos, os coadores de pano devem ser lavados somente com água.
• Lembre-se, não reaproveite o pó usado.

Pego as dicas! Boa esse toque da colher de pau! Vai ficar com ainda mais gosto de café da roça…

Prefeitura se reúne com grupo Ânima, Una e Uni, para discutir parcerias e reforma do Cine Teatro

A prefeitura de Contagem realizou reunião com o grupo Ânima, proprietário das universidades Una e Uni. Em pauta estava a parceria para reformas e utilização do Cine Teatro de Contagem.

Na avaliação da secretária municipal de Cultura, Monique Pacheco, a cidade precisa resgatar sua identidade. “O Cine Teatro é grande, assim como sua importância para Contagem. Um projeto que está no papel e que vamos readequá-lo, atualizá-lo e contamos com parcerias para que consigamos disponibilizá-lo à população tão logo seja possível”, disse.

Em entrevista ao Coluna1 durante a campanha, a então candidata Marília Campos disse que faria todo esforço e buscaria parcerias para viabilizar as reformas em diversos espaços culturais da cidade, entre eles a Casa de Cacos, que teve projeto de reforma assinado recentemente, a Casa de Cultura e o Cine Teatro, todos fechados desde a última gestão.

“Contagem precisa ser conhecida por seus cidadãos, precisamos dar à população aquilo que ela necessita, para que não precise se deslocar até Belo Horizonte para resolver ou usufruir de determinado serviço. Isso vale tanto para o cinema e praças, como para hospitais e para os estudos”, afirmou a prefeita, que também participou da reunião.

Por enquanto não há definições em relação ao Cine Teatro, apenas conversas e tentativas de parcerias.

Apoio cultural do grupo Ânima

Em janeiro desse ano, o grupo ânima firmou parceria e patrocínio com o tradicional Cine Belas Artes de Belo Horizonte. O espaço é o último cinema de rua que ainda resiste na capital.

Criado em 1992 no prédio do DCE da UFMG, o cinema teve que suspender as atividades na pandemia e o acúmulo de dívidas quase obrigou o fechamento definitivo do local. A parceria com a Una e o grupo ânima garantiu a manutenção do espaço.

Outras ações

Na área da Saúde, uma das propostas discutidas foi a criação de uma estrutura para realizar teleconsultas para as demandas represadas por conta da pandemia do coronavírus. Elas seriam realizadas por profissionais, principalmente por médicos da Saúde da Família nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Outras ações também serão discutidas em reuniões posteriores, estreitando, cada vez mais, os laços entre a administração e as instituições, como pontuou o vice-prefeito, Ricardo Faria. É o que pensa também o reitor das universidades, Rafael Ciccarini. “Vamos fazer várias parcerias. O nosso papel é melhorar o nosso entorno”, destacou.

Escolas em Contagem não terão autorização para reabrir enquanto não houver melhora da pandemia

Em resposta às cobranças feitas por moradores e proprietários de escolas, a administração municipal esclareceu que esses estabelecimentos só devem reabrir na cidade quando houver melhora nos índices e segurança para todos os envolvidos.

A prefeita Marília disse que “não sou daquelas que diz volta às aulas só com vacina, não. Mas só voltará com segurança. Por enquanto não dá para voltar”, concluiu.

Segundo a Secretária de Educação, Telma Fernanda Ribeiro, a prefeitura não irá repassar para pais e mães a responsabilidade de permitir ou não que os filhos frequentem as escolas. “Nós somos gestores e temos responsabilidades. Nós precisamos de estabilidade nos indicadores e não podemos correr o risco, porque a escola é um lugar de aglomeração. Na educação infantil não há como controlar o uso de máscaras ou evitar os abraços entre os alunos”, disse.

“Reabrir as escolas significa colocar nas ruas quase 200 mil pessoas”, entre alunos e trabalhadores, disse a secretária. “Não faremos o retorno de forma leviana; faremos apenas com segurança”, concluiu.

A Secretária de Educação informou que está licitando 5 mil chips de celulares com acesso à internet para disponibilizar aos professores e possibilitar que eles possam participar da educação à distância sem ter que utilizar os próprios recursos para isso. Segundo Marília Campos, “trabalhamos para que Contagem seja uma cidade digital, estamos garantindo os chips aos educadores e vamos alugar notebooks para ampliar o acesso de professores e alunos”, disse.

Para as escolas particulares, a prefeitura informou que haverá uma reunião amanhã com o sindicato que representa a categoria, mas não há, nesse momento, indicativo que haverá retorno às aulas presenciais nestes estabelecimentos.

Exemplo de Belo Horizonte

Segundo a prefeita Marília Campos, Contagem não está seguindo nenhuma cidade. Segundo ela, existe sim um diálogo metropolitano e a tentativa de estabelecer procedimentos comuns, pois “o vírus não respeita limite de municípios”, disse. Mas não é porque Belo Horizonte permitiu a volta da educação infantil que Contagem seguirá o mesmo caminho.

Repasse às creches conveniadas

A Secretária de Comunicação disse que há autorização e recursos para o pagamento das creches conveniadas, mas que esses repasses só irão acontecer às instituições que estiverem com a prestação de contas e contratos em dia.

Maior dano da operação Lava Jato foi transformar a justiça em partido político. Hoje ninguém mais acredita no judiciário

Esta semana mostrou que a operação Lava Jato, liderada pelo Juiz Sérgio Moro, provocou um dano estrutural na nação. Um dano perigoso e de consequências perversas. Hoje, nenhum dos grupos políticos influentes do país acredita e confia nas decisões do poder judiciário. E isso é grave.

Quando dois grupos brigam por alguma razão e ambos acham que estão corretos, busca-se a justiça para que uma terceira pessoa, independente e justa, diga quem está correto de acordo com a lei e as regras do jogo. É essa independência e justiça que evita conflitos, mantém a paz e impede guerras.

Mas, quando o juiz adere de forma antecipada a um dos grupos ele deixa de ser justo. Ele tem interesses e já não pode mais decidir de forma independente.

Imagine um jogo de futebol. O juiz é brasileiro e gosta de futebol, obviamente ele torce para um time. Mas quando ele entra em campo para apitar o jogo, todos os jogadores têm que acreditar que ele vai marcar faltas ou expulsar alguém só quando realmente acontecer uma falta. Um juiz não pode marcar pênalti só porque o jogador caiu na área. Só é pênalti se o jogador sofreu falta dentro da área.

O problema é que o poder judiciário começou a expor para quem ele torce a apitar o jogo como torcedor, não como um juiz.

Os jogadores de um dos times sabiam que era só cair na área que o juiz marcava pênalti. Aí o outro time apelou, falou que não confia mais.

Isso em si já era um problema, mas agora ficou pior ainda. Os dois times perceberam que o juiz não é sério. Agora, todos os jogadores pararam de obedecer ao apito do juiz. O juiz apita, ninguém concorda, todo mundo ignora e o jogo continua em meio a xingamentos e palavrões.

Nesta semana o STF protagonizou uma sequência de articulações infantis que parecem briga de criança em jardim da infância; mobilizou novamente as torcidas políticas e deixou claro: no Brasil de hoje nem esquerda, nem direita confiam na justiça.

O STF julga de acordo com o réu e de acordo com o juiz. A lei, que deveria ser padrão, é ignorada solenemente.

Lula foi solto por razões justas e corretas. Mas foi solto para proteger o próprio judiciário. O juiz Sérgio Moro fez uma série de irregularidades com a única proposta de prender o ex-presidente. Ficou impossível negar isso. Para proteger Moro e a Lava Jato, Edson Fachin preferiu anular o processo.

No passado, Moro já tinha mobilizado seu esquadrão de Jack Bauers, o agente fora da lei da série de TV 24horas, para tentar encontrar alguma coisa capaz de incriminar Gilmar Mendes. 

Gilmar Mendes resolveu agora dar o troco. Falou que não vai ficar por isso mesmo, que Moro será julgado.

A decisão sofreu na hora uma enxurrada de críticas. Defensores de Bolsonaro, revoltados com a soltura de Lula, pedindo até intervenção militar (de novo, deve ser fetiche). Pedem cabeça de Fachin numa bandeja, ministro que até pouco tempo era indicado como o único de confiança dos bolsonaristas. Esqueceram até que foi ele que manteve Lula fora das eleições de 2018.

Defensores de Lula, empolgados com a possibilidade do país voltar pro rumo certo, querendo sangue de Moro e até elogiando Gilmar Mendes, que até pouco tempo era demonizado na esquerda.

Uma baderna. O país sem referências e a justiça na lama.

É preciso recuperar a justiça. Não é de hoje que o judiciário é uma caixa preta de segredos. Também é necessário reconhecer que este poder nunca foi pleno de virtudes. Mas agora chegou no fundo do poço, ou quase.

O judiciário virou uma casta de funcionários bem remunerados que fazem de tudo pra defender a corporação. E o Ministério Público segue junto. Não há justiça nisso.

A Reforma mais necessária é a da justiça. O tempo gasto para julgar coisas simples cria descrédito e desconfiança, incentiva a justiça com as próprias mãos. Desvaloriza as instituições e o Estado de direito.

Os juízes têm que julgar só com a lei. É urgente romper com a interpretação da lei; é urgente repor a necessidade de provas para condenação e uma justiça objetiva.

Obviamente, não nos enganamos, sabemos que sempre existirá certo grau de subjetividade na justiça. Mas não pode ser a regra ou a maioria.

Quem quer que assuma o controle da situação após o atual vãos instalado terá que enfrentar a corporação do judiciário e recolocar a justiça no lugar que

Região metropolitana receberá uma fábrica de carros e motores elétricos

O governador Romeu Zema assinou, nesta sexta-feira (5/3), protocolo de intenção entre o Estado e a Bravo Motor Company para implantação de uma fábrica de veículos elétricos e packs de baterias na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A empresa faz parte do grupo que desenvolveu o primeiro carro elétrico da América Latina. O investimento estimado para a fase 1 do projeto, chamada de Projeto Colosso 1, é de R$ 25 bilhões.

O fundador da empresa, o argentino Miguel Angel Bravo, comemorou a parceria que é uma das etapas de internacionalização da marca.

“Queremos demonstrar nosso agradecimento ao grande apoio que o Estado de Minas Gerais e todos os mineiros nos deram. Por isso queremos que a fábrica seja um ponto de referência internacional, no que representa a melhor manifestação da indústria do futuro”, disse Bravo.

Arquiteto por formação ele disponibilizou vídeos sobre o projeto da fábrica, inclusive com um tour virtual e diz que o espaço, além de fábrica, deve produzir integração com a comunidade. Para ver o vídeo CLIQUE AQUI.

Novas fases de investimento estão previstas para outras regiões de Minas, com produção de baterias de lítio, e devem ser tema de futuros protocolos com a empresa.

Zema comemorou a iniciativa e ressaltou que ela deve gerar bons frutos para os mineiros a longo prazo.

“É um empreendimento que abre um cenário muito positivo para o futuro. Sabemos que, nas próximas décadas, a indústria automobilística deverá se reinventar totalmente, passando do tipo de motorização atual para motores elétricos. Vamos começar esse processo em Minas Gerais e no Brasil. Faremos tudo para que essas raízes fiquem muito consistentes e, independentemente de quem estiver aqui, que isso prospere o máximo possível. É um momento único, na minha gestão, receber algo tão inovador e que possa gerar tanta mudança positiva nesse estado que amamos tanto”, disse o governador.

Potencial

O CEO da Bravo Motor Company Brasil, Eduardo Javier Muñoz, disse que o potencial de Minas Gerais levou a empresa a concentrar aqui suas operações no Brasil.

“Industrialmente, nossa estratégia inicial era abrir três fábricas no Brasil. Uma em Minas, outra no Sul e outra no Norte. Em dezembro, na primeira visita aqui, entendi rapidamente que teríamos que fazer um esforço muito grande e que deveríamos nos concentrar em Minas Gerais. É muito importante entender que estamos vindo para Minas Gerais para trazer a indústria 4.0, a eficiência e a transparência aumentadas. Eficiência aumentada do ponto de vista da tecnologia empreendedora, e transparência aumentada do ponto de vista da implantação e integração dessa tecnologia e serviços com a população”, explicou.

O secretário de Estado adjunto de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio, destacou o crescimento da economia mineira.

“Minas deu um grande avanço como uma economia cada vez mais sólida, diversificada, sustentável e promissora com as tendências do mercado global. Esse investimento é fruto do reconhecimento das diversas potencialidades que o estado tem. Começo falando do potencial tecnológico e um expressivo ecossistema de inovação”, lembrou.

O projeto

A estimativa é a de que a fábrica de veículos elétricos e packs de baterias comece a ser implantada em junho de 2021 na Região Metropolitana de Belo Horizonte e inicie a operação em 2023. A produção estimada para 2024 é de 22.790 unidades de veículos e 43.750 de unidades de packs de baterias. O investimento total de R$ 25 bilhões deve ser realizado até o final de 2029 e a previsão é que sejam gerados 13.813 empregos diretos e indiretos.

Durante a agenda nesta sexta-feira, também foi assinado protocolo de cooperação entre a Bravo e a Agência Brasileira de Promoções de Exportações e Investimentos (Apex), para apoio às ações.

O gerente de investimento da Apex, Roberto Escoto, destacou a importância do trabalho em conjunto para atrair bons investimentos ao estado.

“O Indi tem uma equipe extremamente profissional e proativa, e nós temos trabalhado em parceria intensamente. Minas tem sido uma referência para os outros estados. A Apex entende que a atração de investimentos estrangeiros é muito mais efetiva quando temos este nível de integração que nós atingimos com o estado de Minas Gerais. Não há dúvida que este investimento é inovador, vai gerar uma grande quantidade de empregos qualificados e transferir tecnologia para todo o país”, afirmou.

Economia verde

Além da geração de empregos e benefícios econômicos, a implantação da nova fábrica vai gerar ganhos significativos ao meio ambiente, já que o carro elétrico é mais sustentável e menos poluente.

Além disso, os veículos elétricos tendem a ser mais silenciosos e eficientes, ter menor custo de abastecimento e menor custo tributário e de manutenção.

O diretor de atração de investimentos do Indi (Instituto Integrado de Desenvolvimento Econômico), Ronaldo Alexandre Barquette, avalia que o projeto deve ser exemplo para todo o país.

“A implantação deste projeto eleva Minas Gerais a um novo patamar de desenvolvimento de tecnologias disruptivas e sustentáveis ainda não visto no Brasil, voltadas à mobilidade elétrica, com o desenvolvimento e produção de veículos elétricos e seus componentes. Reflete a importância de Minas nos mais variados setores da economia e sua busca constante para se manter na vanguarda de tecnologias que facilitem e melhorem a vida das pessoas”, afirmou.

A empresa

A empresa ArqBravo Group começou a operar em 2008 na Argentina. Em 2019, criou a primeira comunidade de energia de vanguarda para produção de baterias, tetos solares e veículos, na Califórnia. No Brasil, produz atualmente projetos de mobilidade elétrica no Pará, com frota de 1,1 mil veículos elétricos em Belém. Em 2021, o grupo abriu CNPJ em Minas sob a razão Bravo Motor Company Brasil.

Cluster Industrial

Cluster Industrial é um conjunto de empresas dedicado à inovação aplicada nas áreas de mobilidade urbana e energia, onde serão fabricadas baterias de lítio de alta densidade energética, veículos de mobilidade urbana (pessoas e mercadorias), sistemas de armazenamento de energia, nodos de comunicação para satélites, sistemas de cargas por indução, robôs para uso em logística e combate a incêndios, sistemas de motorização elétrica para mobilidade de pessoas com deficiência motora e sistemas de transporte público.

Investimentos em Minas

Até fevereiro de 2021, Minas fechou mais de R$ 95 bilhões em investimentos via Indi, além do protocolo firmado nesta sexta-feira. Somente os R$ 25 bilhões assinados pela Bravo é quase equivalente a todo o investimento atraído entre 2015 e 2018, que foi no total de R$ 28,2 bilhões