Concurso da Educação. Prova dos cargos de nível superior é neste domingo. Veja orientações e procedimentos obrigatórios

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Depois de muito tem chegou ao fim a novela do concurso público efetivo para educação de Contagem. As provas para os cargos de nível superior são nesse domingo, dia 03 de outubro. Serão provas presenciais e cheias de protocolos. As provas para os cargos de nível médio acontecem no dia 24 de outubro.

Para saber o loca Cartão definitivo de Inscrição. Para imprimir o cartão CLIQUE AQUI.

O candidato deverá comparecer ao local determinado com antecedência mínima de sessenta minutos do horário fixado para realização das provas, portando somente caneta esferográfica – tinta azul ou preta e documento legal (com fotografia, filiação, data de nascimento e assinatura) em perfeitas condições, juntamente com o seu respectivo Comprovante Definitivo de Inscrição(CDI), para a identificação do candidato.

Máscara é obrigatória

O uso de máscara será obrigatório. Serão aceitas máscaras descartáveis, de tecido ou de qualquer outro tecido, desde que cubra totalmente boca e nariz. A prefeitura sugere as máscaras do tipo PFF2. Os candidatos deverão permanecer de máscaras durante toda realização da prova.

Poderá ser solicitado ao candidato que abaixe a máscara para conferir a identificação.

Os candidatos que quiserem podem levar outros equipamentos de proteção individual, como óculos protetores e viseiras transparentes, desde que estejam previstos no edital complementar publicado no dia 06 de agosto.

Medição de temperatura

Haverá medição de temperatura dos candidatos na chegada aos locais de prova. Se a temperatura de um candidato estiver acima de 37º será realizada uma nova medição. Se a temperatura permanecer elevada o candidato poderá ser encaminhado para realização de prova em local separado, junto com outros candidatos na mesma condição.

Água só na garrafa

O edital recomenda que os candidatos levem sua própria água, mas tem que ser em garrafa transparente, sem rótulo.

Os bebedouros dos locais de prova estarão funcionando, mas só será permitido o uso para reabastecer as garrafas.

Números da prova

São quase 15 mil candidatos concorrendo a 962 vagas. A abertura dos portões será às 8h15 e a realização das provas será entre 9h e 13h.

Os candidatos concorrem a cargos de nível superior para analista de gestão educacional, assistente de gestão educacional, bibliotecônomo, nutricionista escolar, pedagogo (a), Professor (a) de Educação Básica – PEB1, e Professor (a) de Educação Básica – PEB 2 (matemática, português, ciências, geografia, história, arte, educação física, inglês e ensino religioso).

 A organização do concurso é da Fundação de Ensino de Contagem – Funec e todas as atividades de aplicação das provas obedecerão às indicações e recomendações do Comitê de Enfrentamento à Pandemia da Covid-19.

 No domingo (3/10), serão 62 pontos de realização das provas, que compreendem escolas municipais e estaduais, unidades da Funec e Centro Universitário UNA Contagem. Para atender os candidatos, serão 1.800 pessoas trabalhando diretamente na realização do concurso.

Aproveite o tempo final para reforçar os estudos

As provas dos cargos de nível superior terão 6 questões de língua portuguesa, 4 sobre a cidade de Contagem, 10 sobre legislação e política pedagógica e 15 sobre conhecimentos específicos de cada cargo. Também haverá prova dissertativa com uma redação.

O edital traz referências bibliográficas para todas as matérias da prova. Também traz links nos quais é possível encontrar a legislação e alguns materiais de referência.

Esses links estão disponíveis a partir da página 36 do edital.

Quem quiser acessar o edital pode fazer isso CLICANDO AQUI.

Prefeitura de Contagem se reúne com o Governo Estadual para discutir protocolos de volta às aulas

A prefeitura de Contagem realizou reunião com o governo do Estado e com a Granbel para discutir a volta às aulas na cidade. A reunião contou com a presença da prefeita, do vice-prefeito e da secretária municipal de Educação, Telma Fernanda Ribeiro. Eles se reuniram diretamente com o secretário estadual de governo, Igor Eto, e com a secretária de Estado da Educação, Júlia Sant’ana.

Apesar da reunião que envolveu o alto escalão dos governos estaduais e municipal, a prefeitura de Contagem evitou criar expectativas e disse que, pelo menos até aquele momento, não havia previsão para o retorno das aulas presenciais em Contagem. Conforme explicou a prefeita, as aulas acontecem de forma remota na cidade e o retorno acontecerá apenas quando possível.

Nas declarações dadas pela prefeitura, não houve detalhamento de quais os critérios utilizados para determinar a possibilidade de retorno e a “segurança sanitária de alunos e professores”.

Nesta semana, Belo Horizonte retornou as aulas para os ensino infantil e fundamental. Essa decisão pressiona Contagem, mas, como a prefeita já disse em outras ocasiões, Belo Horizonte não determina o que Contagem irá fazer.

“Fizemos a vacinação de todos os trabalhadores da Educação das redes pública e privada. Aprovamos um protocolo específico para a Educação e estamos investindo em equipamentos e conectividade para melhorar a experiência das aulas online. São muitas frentes para preparar as escolas para receber os estudantes e os trabalhadores da Educação, quando for possível”, afirmou a prefeita Marília Campos.

Marília reiterou o compromisso em retornar as aulas presenciais apenas quando houver segurança sanitária. “O Governo do Estado apresentou um protocolo para quando as regiões estiverem nas ondas verde e amarela. Em Contagem, somos muito claros quanto ao retorno apenas quando houver estabilidade e segurança para a saúde dos estudantes e todos os educadores”.

Segundo a secretária de Educação do município, Telma Fernanda Ribeiro, os preparativos para um possível retorno das atividades presenciais estão sendo debatidos amplamente com o Conselho Municipal de Educação de Contagem (CMEC) e com os trabalhadores e trabalhadoras da Rede Municipal de Ensino e da Funec.

“Mantemos diálogo constante com as entidades representativas da Educação na cidade. O protocolo foi finalizado pela Vigilância Sanitária, apresentado ao Ministério Público de Minas Gerais e, atualmente, está em discussão junto ao Conselho Municipal de Educação e ao coletivo de trabalhadores e trabalhadoras da Educação de Contagem”.

Além disso, Telma aponta outras iniciativas da Prefeitura  para auxiliar as escolas e professores  no ensino remoto, como a disponibilidade de cursos de formação tecnológicas, a preparação de um documento com orientações pedagógicas às escolas, chamado de ‘Trilha do Saber’, e a orientação para a criação de comitês escolares de enfrentamento à pandemia.

com informações SEDUC/FernandoDutra – Imagem PMC/JanineMoraes

Escolas particulares pressionam vereadores para volta às aulas presenciais

Os representantes das escolas particulares se reuniram com vereadores de Contagem para cobrar o reinício das aulas presenciais, pelo menos na educação infantil. Eles querem que a cidade siga o exemplo de Belo Horizonte, que já retornou as aulas para crianças com até 5 anos de idade.

A presidente do Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais – SINEP-MG, Zuleica Reis Ávila, reclamou da morosidade do retorno às aulas presenciais em Contagem. “Nos municípios vizinhos, como Belo Horizonte, Betim e Nova Lima, as atividades escolares, ao menos da educação infantil, já retornaram ou estão prestes a retornar e aqui a situação permanece indefinida”, pontuou.

Apesar da pressão que vem sendo feita, pelas escolas particulares e por pais de alunos, a prefeita Marília Campos e a Secretária Municipal de Educação, Telma Fernandes, anunciaram em live que, no momento, não existe previsão de volta às aulas. Na mesma oportunidade a prefeita Marília Campos destacou que contagem vai seguir apenas a “segurança” de alunos, professores e comunidade escolar. Ela salientou que a cidade não irá fundamentar suas decisões nas escolhas feitas por outras cidades.

O vereador Carlin Moura ressaltou que o debate, que já estava avançando em fevereiro e março, precisou ser suspenso por conta das medidas restritivas impostas pela onda roxa: “Tivemos que dar essa pausa, mas, de fato, é hora de retomarmos o debate e cobrar um posicionamento do Executivo”.

Zuleica ressaltou que as escolas particulares se preparam há um ano para o retorno, obedecendo todos os protocolos de segurança: “É um absurdo o argumento de que as escolas particulares não podem retornar porque as públicas não têm condições de retorno. O tempo de preparo para essa volta foi o mesmo, não podemos ser responsabilizados por falhas do setor público, uma vez que dependemos financeiramente dessas atividades e pagamos impostos, folhas de pagamentos, entre outros”.

Abne Motta defendeu o retorno imediato das aulas presenciais nas escolas particulares, obedecendo todos os protocolos: “Escolas públicas e particulares têm realidades diferentes e, portanto, precisam de definições diferentes também. Não podemos mais aceitar ver escolas fechando as portas, até porque o ensino público não conseguiria atender toda a demanda”.

Em concordância, o vereador Gegê Marreco ressaltou seu apoio ao retorno das aulas presenciais e se disponibilizou a auxiliar o debate com o Executivo.

Alex Chiodi destacou que há um projeto de lei de sua autoria que já tramita na Casa e que torna as instituições de ensino atividades essenciais no município: “Assim como ocorreu com as igrejas e academias, o objetivo é construir um caminho para o retorno das aulas. Obviamente, respeitando todos os protocolos. Estamos trabalhando para que esse projeto seja votado em primeiro turno já na próxima terça-feira (11/05)”.

O atual presidente da Comissão de Educação da Câmara, Pastor Itamar, propôs que sejam feitos também um requerimento, já na próxima reunião plenária, e um ofício para ser encaminhado ao Comitê de Enfrentamento à Covid-19 do município. “O requerimento tem um prazo regimental mais curto para retorno do Executivo, o que pode acelerar o diálogo. O ofício já comunica ao Comitê os protocolos e necessidade de retorno imediato”, defendeu.

Os representantes das escolas particulares concordaram com as definições e pediram um esforço conjunto para salvar o setor: “Precisamos do apoio dessa Casa porque o discurso que temos percebido condiciona o retorno das aulas à vacinação, o que condenaria de vez a sobrevida das escolas particulares, haja vista a morosidade que vem ocorrendo a aplicação das vacinas na população”, finalizou.

A reunião foi realizada na quarta-feira, dia 05. participaram da reunião representantes das escolas particulares de Contagem e os vereadores Abne Motta (DC), Carlin Moura (PDT), Gegê Marreco (PTB), Pastor Itamar (PSC), Ronaldo Babão (Cidadania) e com o presidente da Câmara, Alex Chiodi (Solidariedade).

com informações CMC/Erica Lima

Prefeitura vai avaliar escolas que não completaram quadro de profissionais; e fará novas convocações dos PSS

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A Secretária de Educação de Contagem, Telma Fernanda Ribeiro, informou que a prefeitura encerrou hoje a contratação de professores que foram convocados pelos PSS 04/2020 e 01/2021. Agora será feito um levantamento das escolas que não completaram o quadro de professores e trabalhadores. Depois disso serão realizadas novas chamadas dos concursos.

Segundo ela, “nós vamos fazer o cálculo de onde ainda falta professores, pois nem todos atenderam o chamado; são pessoas que às vezes já tomaram posse em outras prefeituras ou na rede estadual, que estavam classificados em Contagem, mas que foram chamados e não assumiram vaga”, disse.

Segundo ela, agora serão chamados mais classificados para assumirem as vagas que ainda estiverem disponíveis. Como exemplo, a Telma citou que em um edital foram convocados 74 pedagogos e apenas 56 compareceram, essas vagas ainda têm que ser preenchidas.

A declaração da secretária foi dada durante live com a prefeita Marília Campos. A prefeita reforçou que para ser chamado tem que atender dois critérios básicos “tem que ter estar classificado e ter vaga”, disse.

A secretária reforçou que o concurso efetivo está mantido, aguardando apenas a melhoria dos índices da pandemia.

Durante a conversa, foi tratado o retorno às aulas presenciais, o repasse para creches e a disponibilidade de chips e internet aos professores. CLIQUE AQUI E VEJA.

Escolas em Contagem não terão autorização para reabrir enquanto não houver melhora da pandemia

Em resposta às cobranças feitas por moradores e proprietários de escolas, a administração municipal esclareceu que esses estabelecimentos só devem reabrir na cidade quando houver melhora nos índices e segurança para todos os envolvidos.

A prefeita Marília disse que “não sou daquelas que diz volta às aulas só com vacina, não. Mas só voltará com segurança. Por enquanto não dá para voltar”, concluiu.

Segundo a Secretária de Educação, Telma Fernanda Ribeiro, a prefeitura não irá repassar para pais e mães a responsabilidade de permitir ou não que os filhos frequentem as escolas. “Nós somos gestores e temos responsabilidades. Nós precisamos de estabilidade nos indicadores e não podemos correr o risco, porque a escola é um lugar de aglomeração. Na educação infantil não há como controlar o uso de máscaras ou evitar os abraços entre os alunos”, disse.

“Reabrir as escolas significa colocar nas ruas quase 200 mil pessoas”, entre alunos e trabalhadores, disse a secretária. “Não faremos o retorno de forma leviana; faremos apenas com segurança”, concluiu.

A Secretária de Educação informou que está licitando 5 mil chips de celulares com acesso à internet para disponibilizar aos professores e possibilitar que eles possam participar da educação à distância sem ter que utilizar os próprios recursos para isso. Segundo Marília Campos, “trabalhamos para que Contagem seja uma cidade digital, estamos garantindo os chips aos educadores e vamos alugar notebooks para ampliar o acesso de professores e alunos”, disse.

Para as escolas particulares, a prefeitura informou que haverá uma reunião amanhã com o sindicato que representa a categoria, mas não há, nesse momento, indicativo que haverá retorno às aulas presenciais nestes estabelecimentos.

Exemplo de Belo Horizonte

Segundo a prefeita Marília Campos, Contagem não está seguindo nenhuma cidade. Segundo ela, existe sim um diálogo metropolitano e a tentativa de estabelecer procedimentos comuns, pois “o vírus não respeita limite de municípios”, disse. Mas não é porque Belo Horizonte permitiu a volta da educação infantil que Contagem seguirá o mesmo caminho.

Repasse às creches conveniadas

A Secretária de Comunicação disse que há autorização e recursos para o pagamento das creches conveniadas, mas que esses repasses só irão acontecer às instituições que estiverem com a prestação de contas e contratos em dia.

Começa hoje o cadastro das famílias com alunos na rede pública que precisam receber ajuda alimentação

A Secretaria de Educação de Contagem (Seduc) inicia na próxima segunda-feira, 19/4, o novo cadastramento para recebimento do Card Alimentação Estudantil. O cadastro estará disponível até o dia 23 de abril.

O cadastro é voltado às famílias não inscritas no CadÚnico, com estudantes regularmente matriculados na Rede Municipal de Ensino, Rede Parceira ou Fundação de Ensino de Contagem (Funec) e renda familiar mensal de até três salários mínimos.

As famílias que se inscreveram no cadastro da prefeitura em 2020 e receberam o benefício até março de 2021 precisam atualizar os seus cadastros para, após nova análise, continuarem a receber o benefício.

O Vale Merenda terá o valor de R$ 65 e será destinado às famílias em situação de vulnerabilidade social e que têm filhos matriculados nas redes municipal, estadual, creches conveniadas e Fundação de Ensino de Contagem (Funec). Terão direito ao benefício, as famílias com filhos na faixa etária de 0 a 17 anos, inscritas no Cadastro Único do Governo Federal ou que possuem renda mensal de até três salários mínimos, mediante o preenchimento do formulário online com a documentação necessária.

As famílias que possuem mais de um filho receberão o benefício em dobro. O Vale Merenda é limitado a dois benefícios por família, de modo a atender um maior número de famílias vulneráveis.

As famílias já inscritas no CadÚnico e que tenham filhos em idade escolar (1 a 17 anos) têm direito ao benefício e não precisam se cadastrar.

O link para o cadastro será disponibilizado na segunda-feira, 19/4. Acompanhe as redes oficiais da prefeitura e o blog Estuda Contagem para mais informações.

fonte: SEDUC/FernandoDutra

Aulas não serão presenciais em Contagem. Educação continua na pauta principal da política municipal

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Esta semana na Câmara dos Vereadores começou com a visita da Secretária Municipal de Educação, Telma Fernanda Ribeiro. Na terça-feira foi a vez do SindUte ocupar a tribuna do legislativo. Mesmo local que tinha sido ocupado pelo Sindicato dos dirigentes de escolas particulares na semana passada.

Em pauta nos três encontros a mesma coisa: o modelo de volta às aulas que será adotado no município. As escolas particulares querem a volta imediatamente e dizem que as escolas têm condições para receber os alunos. O sindicato dos professores defende a volta às aulas presenciais apenas depois de uma vacinação dos profissionais e alunos. A prefeitura tenta garantir soluções menos traumáticas para todos.

Na reunião com vereadores, foi destacado pela secretária Telma e reafirmado pelos subsecretários Anderson Cunha (Ensino) e Antônio David (Gestão e Operações), também presentes na reunião, o retorno presencial não é possível neste momento devido à grave situação da pandemia, conforme indicadores sanitários do município.

“Não é hora de falar em volta presencial, é uma questão sanitária. Quem define a volta é a saúde e os indicadores sanitários. É preciso construir essa volta e é isso que estamos fazendo, preparando as condições para quando o retorno for possível”, destacou Telma Fernanda.

Em entrevista ao Coluna1, a Secretária já havia indicado que o retorno das aulas presenciais será realizado apenas com “segurança” para toda a comunidade escolar. Ela ainda ressaltou que, neste momento, o único garantidor da segurança é a vacina. Mas ela também disse que, havendo melhoras nos indicadores da pandemia e controle da doença, é possível em pensar protocolos para a volta.

CONFIRA A ENTREVISTA COMPLETA DA SECRETÁRIA TELMA FERNANDA RIBEIRO AO COLUNA1

PSS, VOLTA ÀS AULAS E CENÁRIOS DA EDUCAÇÃO EM CONTAGEM

PSS 01/21

Os vereadores também foram informados a respeito do andamento do Processo Seletivo Simplificado (PSS) 01/2021, que passa por auditoria pela Ouvidoria Municipal.

Embora o processo esteja suspenso até que todos os recursos sejam apurados, a expectativa é que ele seja retomado normalmente, conforme apontou o subsecretário Antônio David. “Houve algumas dificuldades e adequações durante o processo, que teve um número muito alto de candidatos (mais de 12 mil para 300 vagas). Mas a Ouvidoria está trabalhando e, caso tenha ocorrido algum erro de direito ao candidato, ele será reparado”, disse.

Estiveram presentes no encontro, ainda, o presidente da Câmara, Alex Chiodi e os membros da Comissão de Educação da Casa, Pastor Itamar (presidente), Abne Motta (vice-presidente), Carlin Moura (relator) e Ronaldo Babão (relator suplente).

Nomeações do PSS da educação estão suspensas até conclusão de respostas técnicas aos questionamentos feitos à Ouvidoria

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Em entrevista exclusiva ao Coluna1, a secretária municipal de educação de Contagem, Telma Fernanda Ribeiro, informou que os processos relativos ao PSS 01/2021 estão suspensos até a entrega e conclusão das reclamações apresentadas à Ouvidoria.

Ela informou que não há expectativa de que o PSS seja anulada. “No nosso entendimento estamos cumprindo o edital e corrigindo possíveis erros, com transparência, com diálogo; aceitamos as críticas eu não vejo essa possibilidade [de anulação]”, disse a secretária.

Ela informou que os atrasos nesse edital podem prejudicar o início dos trabalhos, mas não iram inviabilizar a retomada. Segundo ela, saídas pedagógicas podem ser construídas nos casos em que a ausência de professores prejudicar os alunos nesse início de ano letivo.

A Secretária ressaltou ainda que este não é o único PSS válido no município e que trabalhadores do PSS de 2020 também podem ser chamados. “Existe o PSS de 2020 que está dentro do prazo de validade e que nós chamamos agora 300 profissionais, entre pedagogos e professores PEB1. Nós terminamos ontem de fazer esta contratação de 300 trabalhadores”, disse.

De acordo com a Secretária, as respostas aos questionamentos serão dadas e haverá continuidade do processo. Mas no momento, ações relativas ao PSS 01/2021 estão suspensas. 

Leia a entrevista completa da Secretária de Educação. CLIQUE AQUI

Volta às aulas em Contagem. Veja como as coisas irão funcionar

Aulas voltam na quarta-feira e serão remotas. Não há previsão para retorno presencial, nem nas escolas particulares

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Em entrevista exclusiva ao Coluna1, a secretária municipal de educação, Telma Fernanda Ribeiro, disse que as aulas voltam na quarta-feira, de forma remota. Pais e alunos não precisam procurar as escolas neste momento. O contato inicial será feito pelas próprias escolas onde os estudantes estão matriculados.

Segundo Telma Fernanda, as aulas presenciais na cidade serão retomadas quando os indicadores relacionadas à pandemia de Coronavirus indicarem ser possível.

A Secretaria disse que o retorno das aulas presenciais é um objetivo, mas também um grande desafio que envolve também os protocolos da secretaria de saúde. Segundo ela, “uma volta das escolas, seja com 30%, 50%, tem que ser pactuada, dentro das regras estabelecidas no Comitê e pactuada com a Secretaria de Saúde”. “Tendo um controle [da pandemia] e a perspectiva de uma volta segura, nós poderíamos pensar neste retorno”, disse.

MODELO DE AULAS REMOTAS

A secretária informou que Contagem não irá adotar um canal específico ou exclusivo para relação remota entre professores e alunos na rede municipal. Cada unidade escolar poderá escolher a forma que melhor se adequa às sua realidade.

“A Secretária Municipal de Educação de Contagem não tem essa estratégia. Nossa principal estratégia é respeitar a autonomia do professor. O que foi feito em 2020 e pode ser mantido em 2021 é a impressão o material elaborado pelos professores para aqueles estudantes que não tem acesso aos meios digitais”, informou Telma Fernanda.

LIBERAÇÃO DAS AULAS NA REDE PARTICULAR

De acordo com Telma Fernanda, é provável que a rede privada, assim como a rede estadual, só retornem às aulas presenciais junto com a rede municipal.

Segundo a secretária, “nós trabalhamos com a ideia de sistema, nós temos na cidade a rede municipal, estadual, as conveniadas e a rede particular, e pensamos neste contexto”. “O que se espera é que todas as redes – pública, privada e conveniadas – voltem juntas e que só voltem com segurança. Esse retorno junto serve, inclusive, para que a gente diminua as desigualdades que existem entre os alunos de cada rede”, disse.

Confira a entrevista completa da Secretária.

CLIQUE AQUI.

Veja o que a Secretária de Educação falou sobre o PSS 01/2021

CLIQUE AQUI

Aulas remotas, PSS, aulas presenciais nas redes pública e privada, isso e muito mais na entrevista exclusiva da Secretária de Educação, Telma Ribeiro

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Na próxima semana, no dia 3, a rede municipal de Contagem e a Funec recomeçam as aulas. A Secretária Municipal de Educação, Telma Fernanda Ribeiro, recebeu o Coluna1 para uma entrevista especial para tirar dúvidas sobre esse retorno.

Mestre em educação, Telma Fernanda Ribeiro assumiu o cargo cheio de compromissos a cumprir e dúvidas para responder. Contagem vai ter aula presencial? A rede privada poderá voltar antes da rede pública? E os concursos? E o PSS? E o pagamento do auxílio alimentação? E o piso dos professores? São muitas as questões a serem respondidas e ela tratou de todas com bastante clareza para o Coluna1. Veja os principais pontos:

As aulas voltam agora? Elas serão presenciais ou não?

A grande questão hoje é: as aulas vão começar quando e como? Isso é uma questão muito importante. Nós vamos começar nos dias 1 e 2 de março, com dois dias escolares, com reuniões dos professores e da comunidade escolar.E no dia 3 de março nós iniciamos com o ensino remoto.

Esse ensino remoto tem diferentes formas. As escolas têm formas diferentes de fazer esse contato com o estudante. Cada unidade terá sua forma diferente de entrar em contato com os alunos ou com os pais. Cada uma encontrou a sua forma, a forma mais adequada de trabalhar naquela realidade da escola.

Nesta primeira semana, os pais ou alunos terão que ir até as escolas buscar algum tipo de informação?

Não. Toda a interação é remota.

Em geral, quem busca o contato com estudantes, pais ou responsáveis é a escola. As famílias não precisam ir à escola, só se precisarem de mais informações. A escola é que fará esse contato.

Mas se os pais ou estudantes sentirem necessidade de buscar as escolas para alguma questão, eles podem procurar as escolas. Elas poderão recebe-los.

Haverá uma forma padrão para esse ensino remoto em Contagem? Como isso vai acontecer?

Não há forma padrão. Cada escola escolheu o método mais adequado para sua realidade.

No diagnóstico que nós realizamos sobre o trabalho no ano de 2020, nós identificamos várias formas de contato. As principais foram o whatsapp e o facebook.

A prefeitura de Contagem tem uma parceria com a Microsoft, que disponibiliza alguns recursos. Mas cada escola terá a liberdade de definir esse meio de contato.

Para essa interação nós não temos um canal ou uma rede específica. Mas, de modo geral, a plataforma mais utilizada pelas escolas é o google.

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Haverá algum material específico para esse ensino remoto? Uma apostila ou algo parecido?

Nós não contratamos esse tipo de trabalho, porque esse formato de trabalho tem algumas críticas. Inclusive pela não participação do professor na elaboração. A Secretaria municipal de educação de Contagem não tem essa estratégia. Nossa principal estratégia é respeitar a autonomia do professor.

O que foi feito em 2020 e que pode ser mantido em 2021 é a impressão o material elaborado pelos professores para aqueles estudantes que não tem acesso aos meios digitais.

Para nós, o importante é garantir ao estudante o acesso ao material, seja ele digital ou físico.

Nesse momento, é possível prever o retorno de atividades presenciais na rede municipal, mesmo que seja em um modelo híbrido?

Nós não pensamos somente na rede municipal. Nós trabalhamos com a ideia de sistema.

Nós temos na cidade as redes municipal e estadual, as conveniadas e a rede particular, e pensamos neste contexto.

A volta presencial às aulas é um grande desafio e está no nosso horizonte, mas o mais importante é pensar como serão essas atividades.

Quando possível, a ideia inicial é a volta em modelo híbrido; num primeiro momento, até que nós possamos voltar integralmente no presencial.

O que nos orienta nesse momento é a segurança de todos. A volta segura às escolas depende das condições da pandemia; depende dos indicadores da pandemia e da nossa preparação para este enfrentamento.

O Comitê, que gerencia as ações da pandemia, monitora esses índices. Uma volta das escolas, com 30%, 50%, tem que ser pactuada, dentro das regras estabelecidas no Comitê e pactuada com a Secretaria de Saúde; hoje nós não temos indicadores que nos encaminhem para isso.

Mas nós temos acompanhado a situação e construído os protocolos para o retorno.

Quais protocolos?

É o protocolo quase universal. Nós temos o distanciamento, o uso de máscara e a sanitização dos ambientes, que são regras fundamentais, sem as quais não se pensa um retorno.

Uma outra questão que nós temos que pensar, além do quando e como, é quem vai voltar.

Há uma grande discussão sobre as séries, as idades que devem voltar; se volta as séries iniciais, se voltam as séries de terminalidade…

Sobre esta questão, existe inclusive uma particularidade. Belo Horizonte disse que, possivelmente, dará preferência aos alunos menores. Em Contagem existe a particularidade da Funec. Já existe previsão de como o assunto será tratado na rede do município?

Em Belo Horizonte não existe o ensino médio na rede municipal, então para eles realmente o ensino médio, na rede municipal de BH, não tem relevância.

Mas pra nós aqui também é uma discussão que ainda está sendo feita, faz parte do “quem volta”.

É possível que se pense primeiramente na volta dos anos de terminalidade, os anos de transição de ciclo, o terceiro ano da educação infantil, o nono ano do ensino fundamental.

A gente tem que fazer um cálculo considerando o protocolo de distanciamento, que pode variar de acordo com o padrão de construção de cada escola. Mas que precisam aguardar o avanço dos indicadores.

Hoje, a rede municipal tem os recursos e condições de cumprir esses protocolos de segurança?

A prefeitura tem. As escolas já receberam estes recursos. Essa materialidade, para a rede municipal não é um problema. Esse material básico, alcool e máscaras, as escolas têm. Muitas escolas já compraram tapetes, totens com álcool. Já temos. Mas existem outros fatores que temos que considerar.

As escolas particulares pressionam pelo retorno. Existe previsão de que a rede privada volte antes da rede municipal?

Eu participei das reuniões do “Pacto Pela Vida”, que nossa prefeita tem encaminhado na cidade como processo de diálogo e escuta para tomada de decisões.

Eu participei da reunião com os dirigentes e proprietários de escola. Eles querem voltar e dizem que tem condições de voltar. Mas não é o que a gente defende.

O que se espera é que todas as redes, municipal e privada, voltem juntas e que só voltem com segurança.

Esse retorno junto serve, inclusive, para que a gente diminua as desigualdades que existem entre os alunos de cada rede. Mas ainda é necessário esperar desdobramentos em relação a esta questão.

O SindUte divulgou, recentemente, uma extensa pauta de reivindicações e um dos principais pontos é o retorno às aulas apenas com a “vacina para todos”. As aulas presenciais em Contagem voltam só quando houver “vacina para todos” ou podem ser utilizados outros indicadores?

Pode haver outros indicadores. A gente acompanha algumas notícias e avaliações que indicam que podem demorar até 4 anos para vacinar toda a população. Nós ficaremos 4 anos sem escola? Essa é uma pergunta necessária. Ou aprenderemos a conviver com segurança com o virus?

A chegada de novas vacinas pode alterar esse ritmo de imunização e manter a doença sob controle. Nesse sentido, os protocolos são essenciais.

Se nós temos protocolos, se nós conseguimos controlar o índice de contaminação, então você vai criando condições de segurança para uma volta segura. Uma volta que seja pensada e adequada às condições das diferentes redes. Essa é que é a questão. Tendo um controle e a perspectiva de uma volta segura, nós poderíamos pensar neste retorno, independente de uma vacinação de todos.

Mas o que nós sabemos hoje, é que o que garante a segurança é a vacinação. Por isso o que nós pleiteamos hoje é a vacina; não uma data para abrir escolas.

Nós desejamos a vacina, mas com o avanço da imunização, talvez, nós possamos pensar nessa volta híbrida, até a conclusão da vacinação.

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Outro ponto muito questionado pelos trabalhadores da rede municipal é relativo à remuneração. Especialmente, no caso de Contagem, em relação ao pagamento do Auxílio Alimentação para todos os trabalhadores da rede. Como está esta questão hoje?

O Vale Refeição foi cortado no início da pandemia. Nós assumimos em janeiro e ainda não temos como apontar quando ou como esse vale vai ser pago. Está na pauta. Será aberta uma mesa ampla de negociação em que esses pontos serão colocados. Nossa proposta – de governo – é negociar, ouvir e atender as demandas dos trabalhadores em educação, dentro dos limites da legalidade e da lei de responsabilidade fiscal.

Outra questão que tem rendido debates entre os profissionais do setor em Contagem é o PSS. Como está a questão do PSS hoje e como a prefeitura irá tratar o tema?

Em relação a esta questão é preciso pontuar que nós temos dois PSS.

Existe o PSS de 2020, que está dentro do prazo de validade, e nós chamamos agora 300 profissionais desse processo, entre pedagogos e professores PEB1.

Nós terminamos ontem de fazer esta contratação de 300 trabalhadores. E nós temos também os professores que tem Flex e nós temos os professores contratados que tem prorrogação de jornada.

O PSS 2021 é um processo totalmente digital. Seguro. Foram mais de 12 mil classificados. Houve o período para recursos; nós respondemos aos recursos, mas houve reclamações à ouvidoria.

Então o processo que nós estávamos mantendo, pós divulgação de resultados, nós suspendemos.

Publicamos uma postaria criando uma comissão para acompanhar essas respostas técnicas à Ouvidoria e nesse sentido nós suspendemos o PSS 01/2021 até que as respostas técnicas sejam dadas pela Ouvidoria.

Hoje há alguma indicação de que esse PSS 01/2021 possa ser anulado?

Não. No nosso entendimento estamos cumprindo o edital e corrigindo possíveis erros, com transparência, com diálogo; aceitamos as críticas eu não vejo essa possibilidade. Essa possibilidade poderia nos prejudicar no retorno dos trabalhos.

Esse atraso já prejudica os trabalhos?

Não inviabiliza, mas prejudica. Se houver a ausência de professores, prejudica. Mas nós poderemos encaminhar soluções para recompor o processo de aprendizagem dos estudantes. É possível que nesse processo, até que cheguem todos os professores nas escolas, a gente construa uma alternativa pedagógica, construída com as escolas e respeitando as realidades da escola.

Existe alguma uma preocupação pedagógica com os impactos da pandemia no aprendizado dos alunos? A prefeitura já está pensando sobre isso ou esta é uma questão que será pensada mais para frente?

Na verdade, a nossa grande preocupação nesses 50 dias iniciais foi pensar essas propostas de como que nós vamos construir esse ano letivo.

Nós realizamos um diagnóstico para reorganização das escolas; nós realizamos um diagnóstico sobre os usos das tecnologias; nós preparamos um site com cursos de formação para os professores; nós preparamos durante o mês de fevereiro, com as reuniões pedagógicas, as reuniões de planejamento, elas iniciaram de 8 de fevereiro e se encerram amanhã, então existe todo um roteiro que foi organizado pelas superintendências de educação infantil, ensino fundamental, pela superintendência de programas e projetos especiais, com as diretorias de formação e de inclusão.

Esse grupo organizou todo esse processo de volta e encaminhou às escolas orientações para organização de reuniões, de planejamento, para repensar os currículos. Isso para nós , é uma diretriz que estamos tentando construir com as escolas, respeitando cada experiência e dando as diretrizes para construção de alternativas pedagógicas.

Toda nosso processo é pedagógico. Nós estamos discutindo as propostas pedagógicas. Existe um instrução do Conselho Nacional de Educação para que 2021 não se descole de 2020. Assim é fundamental que a gente discuta nos currículos, as atividades que foram desenvolvidas em 2020 para que a gente construa o 2021.

As escolas já estão trabalhando nesse sentido, discutimos por segmento e regionais, temos um debate dentro das escolas e é um debate sempre pedagógico.

Para finalizar, qual é a situação do concurso para cargos efetivos. Está mantido? será realizado?

Está mantido. Ele foi suspenso em razão da pandemia, que hoje nós temos condições sanitárias seguras para realiza-lo, mas está pronto. São quase 20 mil candidatos e assim que tivermos as condições para realizar será feito. É o nosso objetivo.

As questões dos trabalhadores, eu não digo que fica sanada, mas a gente resolve uma grande questão que é ter o professores efetivos. Nós precisamos dar um passo; um passo de termos todos os professores efetivos. Termos apenas algumas possibilidades de flexibilização para licenças, mas com o concurso e os professores efetivos a gente resolve a questão de falta de professores, o estresse da contratação, o estresse da insegurança do desemprego, a gente resolve com o concurso público.

Nosso objetivo é realizar o concurso assim que tivermos as condições necessárias. Seguras.

Quando a gente fala de proposta pedagógica com seriedade e compromisso, ela está vinculada a você ter um conjunto de trabalhadores, de professoras e professores, envolvidos com aquela comunidade escolar e com aquele projeto político pedagógico. Não que os contratados não se envolvam, eles se envolvem. Mas se a cada ano você tem uma troca de 30%, de 40% dos trabalhadores, isso gera dificuldades.

O professor quando assume uma unidade escolar, ele se envolve com ela. Ter que trocar a cada ano ou a cada período de contratação gera uma dificuldade muito grande, tanto para o trabalhador, para trabalhadora, quanto para o dirigente escolar e, obviamente, para o estudante. Porque quando ele estabelece um vínculo com o professor e o professor vai embora, você cria um problema às vezes até emocional, para os trabalhadores e para os estudantes.